Kissing Jessica Stein

9 Jan

Trecho de uma cena excluída da edição final do filme, mas que consta nos extras. Na minha opinião, a melhor de todas. Uma pena não ter entrado!

You don’t appreciate the chaos and absurdity of life on this planet. You don’t understand irony, or ethnicity, or eccentricity, or poetry, or the simple joy of being a regular at the diner on your block. I love that. You don’t drink coffee or alcohol. You don’t over eat. You don’t cry when you’re alone. You don’t understand sarcasm. You plod through life in a neat, colorless, caffeine free, dairy free, conflict free way. I’m bold and angry and tortured and tremendous and I notice when someone has changed their hair part, or when someone is wearing two very distinctly different shades of black or when someone changes the natural temperment of their voice on the phone. I don’t give out empty praise. I’m not complacent or well-adjusted. I can’t spend fifteen minutes breathing and stretching and getting in touch with myself. I can’t spend three minutes finishing an article. I check my answering machine nine times every day and I can’t sleep at night because I feel that there is so much to do and fix and change in the world, and I wonder every day if I am making a difference and if I will ever express the greatness within me, or if I will remain forever paralyzed by muddled madness inside my head. I’ve wept on every birthday I’ve ever had because life is huge and fleeting and I hate certain people and certain shoes and I feel that life is terribly unfair and sometimes beautiful and wonderful and extraordinary but also numbing and horrifying and insurmountable and I hate myself a lot of the time. The rest of the time I adore myself and I adore my life in this city and in this world we live in. This huge and wondrous, bewildering, brilliant, horrible world.

Para ver a cena, com legendas em português, segue o vídeo:

Cheers! ;)

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De “O Livro Perigoso para Garotos”

5 Jan

     Não se preocupe em ser um gênio e não se preocupe se não for inteligente. Confie mais no trabalho duro, na perseverança e na determinação. O melhor lema para uma longa marcha é “Não resmungue. Agüente”.
      Você tem o futuro nas mãos. Nunca duvide disso. Não se gabe. O menino que se gaba, assim como o homem que se gaba, pouco mais pode fazer. É um zé-ninguém que anuncia a sua própria mercadoria barata. A lata vazia é a que faz mais barulho. Seja honesto. Seja leal. Seja bondoso. Lembre que a coisa mais difícil de conseguir é a faculdade de ser altruísta. Como qualidade, é uma dos mais belos atributos da masculinidade.
      Ame o mar, a sonoridade da praia, os prados amplos.
      Mantenha-se limpo de corpo e mente.

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Inbox #03

16 Dez

Essa semana recebi uma carta da Mrs. Carol, uma penfriend de Kent, na Inglaterra. Ela tem 64 anos (a idade do meu pai), é casada, tem dois filhos, adora animais e sempre escreve sobre o jardim dela, as plantações e os bichinhos que vivem no quintal. Ela enfeita as cartas com figuras de gatos e temas vitorianos (porque eu gosto) e manda vários adesivos. Ela também já me enviou um postal lindo de um castelo inglês e um bracelete de contas. Adoro as cartas dela! :)

Dessa vez ela mandou um cartão de Natal no nome dela e do marido, e algumas fotos do porquinho da Índia que ela adotou, da neve na cidade, da gata dela, da plantação de feijões do marido e de um evento que ela foi, tipo um desfile (Lord Mayor’s Show), onde tinha um carro alegórico do Brasil e o povo se alvoroçou todo porque tinha duas mulheres dançando de biquini e tá o maior frio na Europa! UAHuhUAhuHUA!

Na carta, ela me ensina a deter abelhas (porque eu e a Téia estávamos com um enxame no quintal quando escrevi pra ela, e perguntei se ela sabia de alguma forma de mandá-las embora sem machucá-las) com amaciante de roupas e me pergunta como são as festividades de final de ano aqui em casa. Não sei se vou conseguir responder à tempo, mas já separei um presentinho pra ela. :)

 

Já pelo postcrossing, veio um postal lindo da Rússia com uma foto de uma igreja de madeira. Foi um menino de oito anos que mandou! Adorei!

 

E já tá na hora de eu enviar mais postais (meu limite já subiu!). Quem sabe na próxima semana. ;)

Até a próxima! Cheers kiddos!

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Do livro “Freud Explica”, de Alberto Goldin

7 Dez

NINGUÉM É DE FERRO

A estrutura do ser humano é parecida com a dos metais, principalmente o ferro, que tem uma forma estável e para modificá-lo é preciso levá-lo a altas temperaturas. Nosso ser, depois de fabricado na infância, também é estável na vida adulta; para modificar-se, deve estar bem quente. As paixões ardentes funcionam como um alto-forno capaz de modificá-lo.

Há quem se DERRETA DE AMOR e, uma vez derretido, adquire a forma da pessoa que ama. Deixou sua identidade para assumir a outra. Mas esta mesma dissolução é perigosa quando o amado nos abandona, porque ficamos perdidos, sem referência e sem forma. Tornamo-nos estranhos a nós mesmos e é nesse sentido que o ciumento não só está preocupado em recuperar seu amado, mas também em reencontrar-se, perdeu o espelho onde se reconhecia.

Sem plataforma, mergulha no vazio como Narciso no lago. Quanto mais intensa a paixão, maior é a ameaça de perder-se [...]. “Outro a teu lado me reduz a nada” – ele só é em relação à mulher. Se ela se vai com outro, ele se perde. Neste homem se conserva muito próxima a relação entre SER E SER AMADO. Talvez não tenha podido elaborar adequadamente a dependência e uma insegurança infantil retorna, fazendo-lhe acreditar que vai desaparecer. Se somente podemos SER enquanto AMADOS, é evidente que não há outra possibilidade que não a de ser guardião do corpo de outro, o que funciona realmente como garantia para a própria existência.

É diferente passar por uma fase de ciúme como conseqüência de uma grande paixão, ou viver eternamente ciumento. O ciúme eterno não depende da fidelidade da pessoa amada, mas é a expressão da insegurança na primitiva construção do ser. Por essa razão, não haverá provas suficientes de fidelidade que tranqüilizem; sua causa não está no amado atual e, sim, nos primeiros amores, que, como sabemos, são muito mais difíceis de lidar, pois já
passaram.

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Inbox #02

7 Dez

Ia escrever que a semana tinha começado bem jurando que hoje é segunda. Ólhó, bem perdida.

Mas enfim.

Yay! Dois novos postais chegaram essa semana, ambos via postcrossing:

Esse veio da Bielorrússia, mas é da Bulgária (fica ali pertinho). Não tinha nehum de lá ainda! Quem enviou fez uma pergunta curiosa: “Você já jogou gamão?” Eu não, nunca soube como jogar aquilo. x)

E esse é do Canadá, com a ilustração de uma capa vintage de Heidi, um livro da Editora Puffin. No site deles tem um videozinho muito fofo em comemoração aos 70 anos da editora, dêem uma olhada, cês vão gostar.

There is nuffin, nuffin, nuffin like a Puffin… :)

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Outbox

7 Dez

Hoje vou mandar quatro postais via postcrossing: para Holanda, EUA, Bielorrússia e Kazaquistão.

E pra lá vão um postal do Festival Nacional da cerveja, de Blumenau, um do Museu Municipal Andreas Thaler, de Treze Tílias e dois do Farol de Navegantes. :)

Ah, e através do LivraLivro vai pro correio também “Poderosa – Diário de Uma Garota Que Tinha o Mundo Nas Mãos“, do Sérgio Klein e “Contos de Fantasmas“, do Daniel Defoe.

Cheers!

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Inbox

28 Nov

Com o final da faculdade e o tempo livre que isso me trouxe, pude voltar a me dedicar aos meus penfriends. Tentei me reconectar com uma favorita, mas após uma carta e um cartão, ela não me respondeu mais (*shrugs*). Atualizei minha conta  no Postcrossing e deixei um comentário em um blog, à procura de novos penfriends. Isso deu um boost nas coisas e minha caixa do correio tá feliz. Então vou mostrar pra vocês algumas coisas que recebo.

Primeiro, meus postais:

Ao todo, tenhos uns 400 postais, mas tô mostrando só o que eu tenho de trocas, diretas ou indiretas, do postcrossing e de penfriends. Os últimos foram esses de Taiwan, via postcrossing:

Olha que lindo esse:

Semana passada chegou mais uma cartinha, de uma penfriend nova, a Kim, de Ontario, Canadá. Olha o envelope:

E ainda na minha caixa de entrada teve mais uma troca do LivraLivro: Artemis Fowl 3 – O Código Eterno, do Eoin Colfer.

Foi uma boa semana de correspondência. É sempre legal receber coisas além de contas e propagandas, não é? ;)

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Up-to-dating.

28 Nov

Oi galere! Sei que dei uma de Tom Hanks (Náufrago, oi) e ando sumida, mas vim pra mudar isso. Aproveitar que eu ainda tenho a maior parte do meu tempo livre pra dar as caras aqui vezenquando. Quero compartilhar com vocês especialmente minhas idas e vindas ao correio e o que isso me anda trazendo.

Mas antes, vou resumir o que aconteceu comigo desde o último post aqui (em Março!):

Bem, em Março mesmo eu aceitei um convite pra dar aulas de inglês em uma escola que se diz profissionalizante numa cidade vizinha de Navegalândia. Muito reluntantemente, porque dar aulas nunca foi a minha. Mas com a premissa de que seria temporário, acabei aceitando o desafio e fui.

Fiquei cinco meses lá, e vou dizer que foi muito tempo. A escola era uma bagunça, parecia de várzea, sei lá. Ninguém era levado a sério pelo dono, nem professor, nem aluno, nem ninguém mais lá dentro. Não tinha estrutura física nem moral pra estar no mercado, mas insistia (e insiste até hoje). Culpa do dono mesmo, que só queria saber do dinheiro dele no bolso e nada mais. Fui jogada dentro de uma sala de aula e tive que me virar nos trinta. E isso aconteceu de várias outras formas nesses cinco meses que fiquei lá.

Essa escola faz parte de uma franquia até bem conhecida, então deixa eu ressaltar que não tô falando da franquia como um todo, só dessa unidade específica mesmo, porque é claro que tudo depende da coordenação, né? O que eu vejo nas outras unidades que tem aos arredores é bem diferente porque não é o mesmo dono. Se eu fosse descrever as situações bizonhas que passei lá ia ficar aqui dias. Sério mesmo.

Mas continuando.

Como sempre, tira-se algo de bom de tudo que é situação e o que eu tirei foi que, pasmem!, eu sei dar aula! E até gosto! =O

Como tava matando cachorro a grito (ui) e tinha até o fim do semestre sem nada profissional em vista (já explico), deixei meu famigerado currículo em outras escolas de idiomas da cidade. Uma delas me deu um retorno quase imediato, fiz a avaliação escrita, a entrevista e fui chamada pra começar um treinamento pra dar aulas em Agosto.

Lembram que eu disse que só tinha o primeiro semestre livre? Pois então. Causoque em Março também eu comecei a fazer o ProJovem Trabalhador, oferecido pela prefeitura e pelo governo federal. É um curso gratuito, cheio de benefícios e que garantia trabalho numa multinacional que tava se instalando em Navega. Todo um alvoroço, uma comoção em cima disso, eu que não ia ficar de fora. Vi como uma ótima oportunidade de crescimento. Quem sabe eu não chegaria ao RH da empresa? O incentivo, por parte dos professores do curso, era enorme. Encarei de novo.

Então passei esses meses estudando, dando aulas, tendo aluno VIP e fazendo treinamento. Eu tava feliz da vida, porque adoro ocupar a mente e me sentir útil. A ideia de começar a trabalhar numa empresa tão grande agora no segundo semestre era boa demais, eu já tava cheia de planos e me organizando em cima disso.

Então Agosto veio. Pedi demissão da escola antiga (por telefone, cês deviam ter visto!) e comecei na escola nova, só aos Sábados, porque precisava deixar minha semana livre pra empresona lá. A-M-E-I e escola nova, tinha tuuuudo que a outra não tinha, coitada: método, material, encorajamento, suporte, gente bacana e as tais estruturas física e moral pra atuar no mercado. Eu toda empolgada, o dono todo empolgado com meu conhecimento não só do inglês mas de Psicologia (*coffmeacheicoff*), mas nada da empresa me chamar.

Antes de completar dois meses na escola nova, o dono me disse que tava me cogitando pra ser coordenadora da unidade. Acuma? Olhei pra ele, “are you for real?” e ele disse que se não fosse for real, não teria me dito. Ele tava me comunicando da promoção. Nussa!

Mas e agora? Ser coordenadora pedagógica de uma franquia bem sucedida, onde eu poderia usar meus conhecimento adquiridos na faculdade, conhecer todo tipo de gente, viajar bastante e falar inglês ou ser praticamente chão-de-fábrica de uma empresona nova na cidade?

Ó dúvida.

Então. Me formei no ProJovem, ganhei certificado, caneca, beijo do prefeito, mas nada da empresa me chamar pra trabalhar. Tudo bem, continuei só nas aulas de inglês. Até que, chego em casa um dia e meu pai tinha anotado um recado pra mim: entrevista na empresona dia 20/10. Bem no dia do meu níver! É um presságio, pensei. Yay. Fui lá nos cafundojos do brejerê fazer a entrevista. Peguei busão, esperei em pé mais de duas horas, fiz meu teste projetivo já ligada nas manhas e fui pro particular com a moça do RH. Expus minha situação super-conflitante pra ela e, povo meu, depois de SETE meses esperando pela oportunidade, estudando e sendo incentivada, ela me diz que a chance de crescimento na minha área dentro da empresa seria quase nula. NULA. Que o RH da empresa já era todo enxuto. FFFFFUUUUUU!

Depois de passar metade do meu aniversário ali, dei boa noite e bença pra empresona e fui falar com o dono da escola. Acertamos na hora: eu vou ser a coordenadora pedagógica da unidade sim, o braço direito dele. Começando oficialmente em Fevereiro, mas já sendo treinada indiretamente desde então. E ainda vou continuar com as minhas aulas. o/

E é aqui que tô agora: Tenho minha turma que adoro aos Sábados de manhã, faço treinamento como professora às sextas, substituo o dono sempre que ele não está e em Janeiro tenho um encontrão dos coordenadores das franquias em Curitiba. Tô ansiosíssima pra começar como coordenadora de vez e tô amando tudo isso. :)

A vida tem dessas coisas, né? às vezes surpreende.

Mas mais por vir, pessoas. Até lá ;)

Estigmas e Falsos Diagnósticos

14 Mar

Vez em quando eu toco nesse assunto em casa e essa manhã mesmo eu estava conversando sobre isso com a minha irmã, sobre como hoje em dia os “diagnósticos” surgem com uma facilidades tremenda e sem embasamento algum. Qualquer pessoa que tenha uma vez na vida lido um artigo no Google sobre Psicologia ou lido um livro da Ana Beatriz Barbosa Silva já se julga capaz de fechar um perfil clínico de qualquer pobre criatura indefesa.

Eu vejo bastante por aí: Um adulto solteiro, quieto e sem amigos é psicopata, se se exalta vez ou outra é bipolar. Com crianças é pior! Se ela é agitada é TDAH, se é mais retraída é autista. Nós também não escapamos e com a popularização do termo “bullying” não é difícil nos pegarmos pensando naquela vez em que fomos xingados na escola, ou em que alguma criança esticou a perna pra cairmos, sem nos sentirmos vitimizados e justificados pelos corriqueiros comportamentos infantis.

Encontrei um vídeo bem interessante que expõe um pouco disso. Exemplifica nossos estigmas e apresenta uma outra versão da história, uma versão mais simplista. Creio que a atração em diagnosticar alguém esteja ao mesmo tempo na vontade de entender um indivíduo e ao mesmo tempo de se distanciar virtualmente dele, uma vez que concluímos que a pessoa  tem tal e tal distúrbio ou síndrome por apresentar uma série de comportamentos que “batem”, então eu que não apresento tais comportamentos sou diferente dele e do que faz dele um sujeito à margem da sociedade. Isso nos dá uma sensação de superioridade e poder sobre os outros, já que somos “sãos” o suficiente pra enxergar, apontar e qualificar suas personalidades como não-adaptativas.

O fato é que ainda não conseguirmos lidar com o diferente e estamos nos tornando cada vez mais intolerantes. A popularização dos termos psicológicos e a insistência de alguns profissionais em trazer esses termos ao senso comum, ao mesmo tempo em que leva a Psicologia a novos patamares – esses com outlets mais positivos -, abre muito espaço pra achismos e falsas afirmações.

Mas enfim, vamos ao vídeo:

Lembrem-se: qualquer diagnóstico que se queira levar a sério só pode ser feito por um profissional da área e mesmo assim em frente a muita pesquisa, observação e uma anamnese detalhada. Desconfie de tudo que pareça simples demais.

Cheers, kiddos!

Pergunta aos universitários…

9 Dez

Facebook é que nem umbigo: uma coisinha estranha, sem muita utilidade e que nos faz questionar sua existência, mas todo mundo tem um. Eu particularmente não consigo me afeiçoar por aquele trocinho, nem entendo o hype dele lá fora. Mas tem mais gente que eu conheço nele do que no Orkut, gente que não tem Orkut e tem Facebook e gente que não me adicionaria no Orkut me adiciona no Facebook! Enfim, um grandessíssimo “wtf?”.

E não sei como nem por que nem quando – só uma vez ou oooooutra eu vou lá tirar os paranhos dele – surgiu essa pergunta lá: “Se Tálita fosse um super-herói, o que ela seria?”, ou alguma coisa do tipo, e recebi hoje uma resposta “só se fosse anti-herói”.

*silêncio*
*ponderação*
*inconclusão*

Então, me digam caros senhores da banca, que diacho isso quer dizer?

0.o

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