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Made to be legends.

 

You tried to tell us it was all gonna end
We hear the noise and start to plan our revenge
And we’re hard to stop
We’re hard to stop.

.

Rise up
This is where it begins.

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James Bay

Eu, sendo uma pessoa afastada do cenário musical, acabo tendo que encontrar formas de me atualizar. O problema é ter TEMPO pra sentar e catar coisas pra ouvir. Saudades adolescência e um iTunes com gigas e gigas de músicas lindamente organizadas, viu!

Mas consigo unir o útil ao agradável juntando música com outro algo que muito gosto: video game!

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Guitarrinha amada!

Graças ao meu querido Guitar Hero Live, que foi um presentão do meu amor no início de 2016, eu consigo me divertir por hooooras, desbloqueando conquistas e conhecendo músicas e artistas novos (e não tão novos assim também).

Um desses que tem se destacado e foi parar no meu player pra ouvir por aí foi o James Bay – cantor, compositor e guitarrista britânico. Ele toca folk rock puxado pra blues.

The Daytime Village At The 2015 iHeartRadio Music Festival - Show

E lindinho, não nego. É um fitilhinho, mas adoro o estilo! ❤

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JAMES_BAY-BLOG

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O que eu mais ouço dele é justamente a faixa que consta no jogo, Hold Back the River. Pensa numa pessoa que se empolga quando começa a tocar!

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Essa tá no Guitar Hero TV, que é um modo pra quem joga online, onde os vídeos musicais passam na TV enquanto você toca as músicas. Tipo uma MTV ou VH1, mas interativo! Dilícia!

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Love will be cruel to who it entices

Cause I’ve been diggin’ a little suffering today.

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Mixtape masterpiece!

Vi hoje um prompt pra journaling que sugere o seguinte, “Você faz um novo amigo. Faça-o uma mix tape (ou uma playlist para os mais jovens) que diga a ele quem você é através de música”.

Eu realmente ia fazer isso no meu diário de papel, mas gostei tanto desse prompt que já o visualizei com trechos da letra e os vídeos para ilustrar e pensei em compartilhar por aqui também.

Nem todas as músicas são estritamente sobre mim, no sentido biográfico da coisa, mas ajudam a expressar o estado de espírito atual em que me encontro, ou alguma situação específica. Bem, em nenhuma ordem em particular, eu lhes ofereço:

The Scattered Mixtape! 

Outubro de 2016

 

1 – Born This Way – Lady Gaga

No matter gay, straight, or bi
Lesbian, transgendered life
I’m on the right track, baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I’m on the right track, baby
I was born to be brave

Essa música é um hino pra mim! A letra é simples, mas constata  talvez a maior das verdades: Eu sou bonita da minha maneira. Sim, porque mesmo depois dos trinta a gente ainda precisa de uma auto-afirmação às vezes, né? Se essa música existisse quando eu era teen, meu Girl Power teria sido muito mais power, com certeza, principalmente porque aborda muito da questão não-heteronormativa. Mas naquela época, as Spice Girls até que davam conta do recado.

Certo dia coloquei essa música no repeat enquanto pedalava pro trabalho. Foi um perigo pra quem tava na ciclovia comigo, por que o quanto que se pode dançar numa bicicleta, né nom? Hohoho.

 

2 – It’s a Long Way to the Top (If You Want to Rock n Roll) – AC/DC

Gettin’ robbed
Gettin’ stoned
Gettin’ beat up
Broken boned
Gettin’ had
Gettin’ took
I tell you folks
It’s harder than it looks

Uma das opções de música de entrada pra minha formatura de graduação. Porque sempre tive aquela sensação na vida de pegar o caminho mais longo, mais complicado, mais demorado, de ser sacaneada, usada, passada pra trás… Parece que sempre alguém leva a melhor e esse alguém não sou eu. Mas no final, vale a pena, vem o rock ‘n’ roll, a certeza de que minha parte eu fiz e de acordo com meus valores, tentando minimizar danos a terceiros. E isso, nada paga.

3 – Santa Fe – Rent

We’ll pack up all our junk
And fly so far away
Devote ourselves to projects that sell
We’ll open up a restaurant in Santa Fe
Forget this cold Bohemian hell

Ahhh… RENT! O primeiro musical Broadwayriano moderno a gente nunca esquece! Depois de alguns anos sendo fangirl da montagem do palco, chorei que me acabei quando vi o filme, materializado com o elenco original (ou boa parte dele). Um sonho que eu espero que se repita com Wicked em breve.

Dentre tantos números espetaculares e que falam tanto a mim, Santa Fe traduz um sentimento bem decorrente de empolgação com novos projetos que eu e Minha Téia volta e meia temos. Aquele de deixar algo velho de lado e se dedicar a algo novo por conta de um insight súbito, sabe? Dá uma sensação boa de possibilidade, que realmente dá vontade de sair dançando assim dentro dos metrôs. Se eu fosse uma pessoa que dançasse, claro. E se tivesse metrô por aqui. Heh.

4 – Carry On – Fun.

If you’re lost and alone
Or you’re sinking like a stone
Carry on
May your past be the sound
Of your feet upon the ground
Carry on

Essa tem elementos básicos que me chamam numa música: letra sobre resiliência, empolgação e coro. Eu AMO música que começa devagar, lenta e vai acelerando, com batidão. Dá uma coisa no corpinho! E esse coro que tem em muitas das músicas do Fun. quase compensa o tom da voz do cantor pra mim. É linda essa música. ❤

5 – Conversa de Botas Batidas – Los Hermanos

Abre as cortinas pra mim
Que eu não me escondo de ninguém
O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem

Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar

Ai, acho que essa fala toda por si. Eu já não me escondo de ninguém. Foi-se a época.

6 – Fala – Secos & Molhados

Eu não sei dizer
Nada por dizer
Então eu escuto
Se você disser
Tudo o que quiser
Então eu escuto
Fala

Bemm… eu tenho isso mesmo. Sou uma boa ouvinte, eu acho, mas na hora de falar é terrível, porque eu realmente não sei dizer nada por dizer. Constatar óbvio, então, é terrível. Isso me causa certos problemas, porque esperam que eu traga grandes contribuições por ser psicóloga, mas se eu acho que o que eu vou dizer já tá subentendido eu tenho dificuldades em dizer mesmo.

7 – Don’t Tell Me – Madonna

Tell me love isn’t true
It’s just something that we do
Tell me everything I’m not
Don’t ever tell me to stop

Porque às vezes o que a gente mais precisa é de alguém que nos dê um não pra nos motivar, né? Acontece, já aconteceu e ainda vai me acontecer muito. Sou fera em tirar forças de momentos adversos. 😉

8 – I Have Confidence – The Sound of Music

I have confidence in sunshine
I have confidence in rain
I have confidence that spring will come again
Besides which you see I have confidence in me

Fräulein Maria está prestes a conhecer o Capitão Von Trapp e seus sete filhos e não poderia estar mais nervosa. Ela tenta se convencer de que é capaz de lidar com qualquer coisa que eles lhe apresentem, porque ela tem confiança no sol, na chuva, na primavera e nela mesma! Pra provar isso ela sai cantando e saltitando com as malinhas na mão até chegar no portão imponente do casarão onde a família reside. A confiança lhe falta um pouco, mas com passos firmes ela se reafirma que ela confia na confiança também e manda ver!

Sério, melhor analogia pra mim frente à novos desafios. Eu sendo a Fräulein Maria e o desafio sendo o Capitão Von Trapp, claro. Com ou sem apito.

9 – Just a Girl – No Doubt

Don’t you think I know
Exactly where I stand?
This world is forcing me
To hold your hand

Nossa, poderia colar a letra inteira aqui! Essa música é toda perfeita em seu feminismo pop anos 90. E esse visual meio Tank Girl pré-apocalipse da Gwen era o máximo! Posso passar tempos sem ouvir Just a Girl, mas a letra tá toda gravada na minha mente e acho ela uma delícia de cantar. 🙂

 

10 – Mona Lisas and Mad Hatters – Heart

I thank the Lord for the people I have found

While Mona Lisas and mad hatters
Sons of bankers, sons of lawyers
Turn around and say, “good morning” to the night
For unless they see the sky, but they can’t and that is why
They know not if it’s dark outside or light

Originalmente é o Elton John quem canta, mas prefiro a versão das irmãs Wilson (tem uma lindíssima também das Indigo Girls). A música desenrola que é uma delíiiicia, mas esse trecho em especial me pega demais. Sou muito saudosista e me pego pensando nas pessoas da minha vida frequentemente, pessoas com quem não tenho mais o mínimo contato, me perguntando se elas se lembram de mim também. E os atuais sujeitos do meu cotidiano também me são valiosíssimos, mind you. Sou agradecida sim por eles também.

O segundo trecho me remete aos coxinhas, ou little thighs (haha), com quem temos que lidar hoje em dia. Galerinha que não sabe diferenciar a noite do dia, mas acha que pode ditar a vida e os direitos alheios. Hunf.

 

11 – I Shall Rise – Karen O

They’ll know my name
After the storms are passing through
They’ll know my name
When they’ve forgotten all about you

And I shall rise, oh well I shall rise
Again and again

Uma coisa que senti muita falta em Rise of the Tomb Raider foi da musiquinha tema maneira que teve em Tomb Raider. Aqueles violinos davam o tom certo pro jogo. PORÉM!, quando zerei ROTTR e os créditos começaram a subir com ESSA MÚSICA, com essa letra, depois de toda aquele drama de Sibéria e madrasta e Trinity e sei lá mais o quê… PQP!!! Foi muito perfeito! Fui uma gamer satisfeita! Dificilmente eu vi algo se encaixar tanto quanto essa música e a saga de Lara. Apaixonei na hora! ❤

Ah sim, mais uma música de resiliência. It’s a theme. 😉

12 – How We Operate – Gomez

Turn me inside out and upside down
And try to see things my way
Turn a new page, tear the old one out
And I’ll try to see things your way

Ok, relacionamento. Julgo eu que tenho facilidade em me colocar no lugar do outro e intercalar pontos de vista. Muito da minha indecisão vem disso. Demoro a me posicionar por conta disso também. As coisas não são tão preto e branco pra mim, eu vejo toda uma área cinza no meio e às vezes é muito difícil lidar com ela.

13 – Happy – Pharrell Williams

Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do

Nhoin! Toda good vibes, essa é outra que é um perigo para meus colegas de ciclovia. E tem palmas, né? Só piora as coisas. E tem um clipe 24 horas! E fala muito a mim, porque no geral eu sou bem felizinha mesmo. 🙂


Certo, essa seria minha mixtape de apresentação a um novo amigo. Será que dá pra ter uma ideia de onde ele está se metendo? 🙂

Faz uma também!

Cheers, kiddos!

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Power Rangers pra consoles!

Parte da minha infância está voltando com tudo ano que vem! Power Rangers volta além de com o filme agora também com um jogo de video game, que foi anunciado recentemente pela Bandai Namco.

O jogo Mighty Morphin Power Rangers Mega Battle, tem visual clássico da série, com os personagens originais dos anos 90 e jogabilidade beat em up da mesma época também, e vai ser lançado logo em Janeiro para Steam, PS4 e meu querido Xbox One! ❤

 And it’s looking mighty nifty:

Esta criança grande ficou MEGA animada com essa notícia! 🙂

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Kissing Jessica Stein

Trecho de uma cena excluída da edição final do filme, mas que consta nos extras. Na minha opinião, a melhor de todas. Uma pena não ter entrado!

You don’t appreciate the chaos and absurdity of life on this planet. You don’t understand irony, or ethnicity, or eccentricity, or poetry, or the simple joy of being a regular at the diner on your block. I love that. You don’t drink coffee or alcohol. You don’t over eat. You don’t cry when you’re alone. You don’t understand sarcasm. You plod through life in a neat, colorless, caffeine free, dairy free, conflict free way. I’m bold and angry and tortured and tremendous and I notice when someone has changed their hair part, or when someone is wearing two very distinctly different shades of black or when someone changes the natural temperment of their voice on the phone. I don’t give out empty praise. I’m not complacent or well-adjusted. I can’t spend fifteen minutes breathing and stretching and getting in touch with myself. I can’t spend three minutes finishing an article. I check my answering machine nine times every day and I can’t sleep at night because I feel that there is so much to do and fix and change in the world, and I wonder every day if I am making a difference and if I will ever express the greatness within me, or if I will remain forever paralyzed by muddled madness inside my head. I’ve wept on every birthday I’ve ever had because life is huge and fleeting and I hate certain people and certain shoes and I feel that life is terribly unfair and sometimes beautiful and wonderful and extraordinary but also numbing and horrifying and insurmountable and I hate myself a lot of the time. The rest of the time I adore myself and I adore my life in this city and in this world we live in. This huge and wondrous, bewildering, brilliant, horrible world.

Para ver a cena, com legendas em português, segue o vídeo:

Cheers! 😉

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Estigmas e Falsos Diagnósticos

Vez em quando eu toco nesse assunto em casa e essa manhã mesmo eu estava conversando sobre isso com a minha irmã, sobre como hoje em dia os “diagnósticos” surgem com uma facilidades tremenda e sem embasamento algum. Qualquer pessoa que tenha uma vez na vida lido um artigo no Google sobre Psicologia ou lido um livro da Ana Beatriz Barbosa Silva já se julga capaz de fechar um perfil clínico de qualquer pobre criatura indefesa.

Eu vejo bastante por aí: Um adulto solteiro, quieto e sem amigos é psicopata, se se exalta vez ou outra é bipolar. Com crianças é pior! Se ela é agitada é TDAH, se é mais retraída é autista. Nós também não escapamos e com a popularização do termo “bullying” não é difícil nos pegarmos pensando naquela vez em que fomos xingados na escola, ou em que alguma criança esticou a perna pra cairmos, sem nos sentirmos vitimizados e justificados pelos corriqueiros comportamentos infantis.

Encontrei um vídeo bem interessante que expõe um pouco disso. Exemplifica nossos estigmas e apresenta uma outra versão da história, uma versão mais simplista. Creio que a atração em diagnosticar alguém esteja ao mesmo tempo na vontade de entender um indivíduo e ao mesmo tempo de se distanciar virtualmente dele, uma vez que concluímos que a pessoa  tem tal e tal distúrbio ou síndrome por apresentar uma série de comportamentos que “batem”, então eu que não apresento tais comportamentos sou diferente dele e do que faz dele um sujeito à margem da sociedade. Isso nos dá uma sensação de superioridade e poder sobre os outros, já que somos “sãos” o suficiente pra enxergar, apontar e qualificar suas personalidades como não-adaptativas.

O fato é que ainda não conseguirmos lidar com o diferente e estamos nos tornando cada vez mais intolerantes. A popularização dos termos psicológicos e a insistência de alguns profissionais em trazer esses termos ao senso comum, ao mesmo tempo em que leva a Psicologia a novos patamares – esses com outlets mais positivos -, abre muito espaço pra achismos e falsas afirmações.

Mas enfim, vamos ao vídeo:

Lembrem-se: qualquer diagnóstico que se queira levar a sério só pode ser feito por um profissional da área e mesmo assim em frente a muita pesquisa, observação e uma anamnese detalhada. Desconfie de tudo que pareça simples demais.

Cheers, kiddos!

Publicado em Fotos, Letras que dizem tudo, Música, Vídeos

Some days they last longer than others

Post da série “Músicas muito boas e que são sempre boas de revisitar”. Rilo Kiley e/ou Jenny Lewis tem uma porção de músicas gostosas, daquelas bem propícias a embalar momento únicos da vida da gente, sabe? Ou apenas, músicas que a gente gosta mais a cada vez que ouve.

Entre muitas dessas eu apontaria uma em especial, que é “With Arms Outstretched”. A letra por si só já pinta uma imagem bem bonita aos meus olhos, mas não bastasse isso a melodia tem alguns de meus elementos favoritos em música, como corinho, palmas e um tom de voz-e-violão. E ainda tem aquele feeling de uma gravação informal.

Ontem uploadei alguns álbuns pro meu mp3 e no meio deles um do Rilo Kiley. Quando With Arms Outstretched surgiu nos fones bateu aquele sentimento agradável de relembrar uma música favorita que há muito não se ouvia. 🙂

Até onde sei não tem vídeo oficial pra música, mas no Youtube tem alguns videos feitos por fãs, ao vivo, que apesar da qualidade merecem ser vistos várias e várias vezes.

Jenny Lewis
Jenny Lewis

A Jenny Lewis, cantora da banda, é uma ruivinha fofíssima, minha gente! Quem assistiu Foxfires, aquele filme com a Angelina Jolie que foi traduzido como “Rebeldes” deve se lembrar dela como Red, umas das garotas do grupo 😉

Segue um vídeo e a letra da músicaboademais:

It’s sixteen miles to the promised land
And I promise you I’m doing the best I can
Don’t fool yourself in thinking you’re more than a man
‘Cause you’ll probably end up dead
I visit these mountains with frequency and I stand here with my arms up
Some days last longer than others
But this day by the lake went too fast
And if you want me you better speak up
I won’t wait
So you’d better move fast
Don’t fool yourself in thinking you’re more than you are
With your arms outstretched to me.

Publicado em Faculdade, Novidades!, Vídeos, Vida em geral

ÊêÊ!

Fim da penúltima semana de aulas! Aí na próxima vai ter 6928982 provas e deu! Deu!

=D

Amanhã vou pra Balneário Camboriú e de lá pra Brusque, pruma festa junina que vai ter no sítio de uma colega de classe. É a primeira festa da faculdade que eu vou! O que me persuadiu foi a promessa de muita paçoca, cri cri, espetinho, pé-de-moleque, cachorro-quente, quentão… Nham, me dá água na boca só de pensar! Vou voltar de lá rolando. Huahuahuahuahuahua!!!

Isso tudo quase compensa pelo fato de ter que ir a caráter! Quase.

O pessoal do Beto Carreiro tava na UNIVALI hoje de novo (divulgando a promoção para universitários: 6x R$6,50 – transporte gratuito!) e eu fiz outro talho na mão, mas dessa vez uma chaga. Ficou massa. 🙂

Domingo que vem vou aproveitar a promoção e vou pro Beto Carreiro. Faz um tempão que não vou e soube que tem várias coisas novas! Só não vou no Castelo do Terror, porque vai que tem um palhaço lá e eu caio dura.

Fiz outro vídeo:

Ouvindo:  “I’m the One” – Van Halen