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Lazaretto

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And even God herself has fewer plans than me
But she never helps me out
With my scams for free, though
She grabs a stick and then she pokes it at me
When I say nothing, I say everything
Yeah when I say nothing, I say everything.


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James Bay

Eu, sendo uma pessoa afastada do cenário musical, acabo tendo que encontrar formas de me atualizar. O problema é ter TEMPO pra sentar e catar coisas pra ouvir. Saudades adolescência e um iTunes com gigas e gigas de músicas lindamente organizadas, viu!

Mas consigo unir o útil ao agradável juntando música com outro algo que muito gosto: video game!

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Guitarrinha amada!

Graças ao meu querido Guitar Hero Live, que foi um presentão do meu amor no início de 2016, eu consigo me divertir por hooooras, desbloqueando conquistas e conhecendo músicas e artistas novos (e não tão novos assim também).

Um desses que tem se destacado e foi parar no meu player pra ouvir por aí foi o James Bay – cantor, compositor e guitarrista britânico. Ele toca folk rock puxado pra blues.

The Daytime Village At The 2015 iHeartRadio Music Festival - Show

E lindinho, não nego. É um fitilhinho, mas adoro o estilo! ❤

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O que eu mais ouço dele é justamente a faixa que consta no jogo, Hold Back the River. Pensa numa pessoa que se empolga quando começa a tocar!

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Essa tá no Guitar Hero TV, que é um modo pra quem joga online, onde os vídeos musicais passam na TV enquanto você toca as músicas. Tipo uma MTV ou VH1, mas interativo! Dilícia!

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Wanna know how batshit I am? Nobody shoots my family, but me.


 

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Como Me Tornei Estúpido

“Sempre parecera a Antoine contabilizar sua idade como os cães. Quando tinha sete anos, ele se sentia gasto como um homem de quarenta e nove anos; aos onze, tinha desilusões de um velho de setenta e sete anos. Hoje, aos vinte e cinco, na expectativa de uma vida mais tranquila, Antoine tomou a decisão de cobrir o cérebro com o manto da estupidez. Ele constatara muitas vezes que inteligência é palavra que designa baboseiras bem construídas e lindamente pronunciadas, e que é tão traiçoeira que frequentemente é mais vantajoso ser uma besta que um intelectual consagrado. A inteligência torna a pessoa infeliz, solitária, pobre, enquanto o disfarce de inteligente oferece a imortalidade efêmera do jornal e a admiração dos que acreditam no que leem“.

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“Hoje é quarta-feira 19 de julho, e o sol decide enfim deixar o seu refúgio. Eu gostaria de poder dizer, na conclusão desta aventura, como certo personagem do filme Nascido para Matar: ‘Estou num mundo de merda, mas estou vivo e não tenho medo’.”

– Martin Page

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O Elevador Ersatz

Se você alguma vez for forçado a assistir a uma aula de química, provavelmente verá, na frente da classe, um grande quadro dividido em retângulos com diferentes números e letras em cada um deles. Esse quadro é chamado de tabela dos elementos, e os cientistas gostam de dizer que contém todas as substâncias de que é formado o nosso mundo. Como todo mundo, os cientistas erram de tempos em tempos e é fácil ver que estão errados a respeito da tabela dos elementos.
Porque muito embora essa tabela contenha um grande número de elementos, do elemento oxigênio, que é encontrado no ar, ao elemento alumínio, que é encontrado nas latas de refrigerante, a tabela dos elementos não contém um dos elementos mais poderosos que formam o nosso mundo, e este é o elemento surpresa. O elemento surpresa não é um gás, como o oxigênio, nem um sólido, como o alumínio. O elemento surpresa é uma vantagem injusta, e pode ser encontrado em situações em que uma pessoa se aproxima furtivamente de outra.
A pessoa surpreendida — ou, neste triste caso, as pessoas surpreendidas — fica atordoada demais para se defender e a pessoa furtiva tem a vantagem do elemento surpresa.

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Os Olhos do Abismo

Júlia Kendall, a personagem título da série Aventuras de uma Criminóloga, discorrendo sobre a profissão. Acho lindo, acho factual, me identifico pacas. ❤

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Em Júlia Kendall – Aventuras de uma Criminóloga, #1. Editora Mythos.

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Os Dois Mundos de Astrid Jones

“Para todo avião, não importa quão longe esteja voando lá em cima, eu mando meu amor. Visualizo as pessoas em seus assentos com seus copos plásticos de refrigerante, suco de laranja, uísque, e eu as amo. Realmente amo. Envio um fluxo constante, visível, disso – amor – de mim para elas. Do meu peito para o peito delas. Do meu cérebro para o cérebro delas. É um jogo que eu faço. É um bom jogo, porque não tem como perder. […] E eu não me importo se essas pessoas não me amam de volta. Isso não é para ser recíproco. É uma entrega. Porque se eu entregar tudo, então ninguém vai poder me controlar. Porque se eu entregar tudo, estarei livre.

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“Começo a me ressentir. Você quer dizer que estamos no século XXI e esse cara é pago para ter conversas corretivas com alunos da escola sobre como eles não devem odiar os outros? Isso não é elementar? Não devia ser automático? Que tipo de espécie somos nós se precisamos de gente que venha falar sobre essa merda? E como, se somos idiotas assim, nós chegamos à lua e ajudamos a construir uma estação espacial?”