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Mixtape masterpiece!

Vi hoje um prompt pra journaling que sugere o seguinte, “Você faz um novo amigo. Faça-o uma mix tape (ou uma playlist para os mais jovens) que diga a ele quem você é através de música”.

Eu realmente ia fazer isso no meu diário de papel, mas gostei tanto desse prompt que já o visualizei com trechos da letra e os vídeos para ilustrar e pensei em compartilhar por aqui também.

Nem todas as músicas são estritamente sobre mim, no sentido biográfico da coisa, mas ajudam a expressar o estado de espírito atual em que me encontro, ou alguma situação específica. Bem, em nenhuma ordem em particular, eu lhes ofereço:

The Scattered Mixtape! 

Outubro de 2016

 

1 – Born This Way – Lady Gaga

No matter gay, straight, or bi
Lesbian, transgendered life
I’m on the right track, baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I’m on the right track, baby
I was born to be brave

Essa música é um hino pra mim! A letra é simples, mas constata  talvez a maior das verdades: Eu sou bonita da minha maneira. Sim, porque mesmo depois dos trinta a gente ainda precisa de uma auto-afirmação às vezes, né? Se essa música existisse quando eu era teen, meu Girl Power teria sido muito mais power, com certeza, principalmente porque aborda muito da questão não-heteronormativa. Mas naquela época, as Spice Girls até que davam conta do recado.

Certo dia coloquei essa música no repeat enquanto pedalava pro trabalho. Foi um perigo pra quem tava na ciclovia comigo, por que o quanto que se pode dançar numa bicicleta, né nom? Hohoho.

 

2 – It’s a Long Way to the Top (If You Want to Rock n Roll) – AC/DC

Gettin’ robbed
Gettin’ stoned
Gettin’ beat up
Broken boned
Gettin’ had
Gettin’ took
I tell you folks
It’s harder than it looks

Uma das opções de música de entrada pra minha formatura de graduação. Porque sempre tive aquela sensação na vida de pegar o caminho mais longo, mais complicado, mais demorado, de ser sacaneada, usada, passada pra trás… Parece que sempre alguém leva a melhor e esse alguém não sou eu. Mas no final, vale a pena, vem o rock ‘n’ roll, a certeza de que minha parte eu fiz e de acordo com meus valores, tentando minimizar danos a terceiros. E isso, nada paga.

3 – Santa Fe – Rent

We’ll pack up all our junk
And fly so far away
Devote ourselves to projects that sell
We’ll open up a restaurant in Santa Fe
Forget this cold Bohemian hell

Ahhh… RENT! O primeiro musical Broadwayriano moderno a gente nunca esquece! Depois de alguns anos sendo fangirl da montagem do palco, chorei que me acabei quando vi o filme, materializado com o elenco original (ou boa parte dele). Um sonho que eu espero que se repita com Wicked em breve.

Dentre tantos números espetaculares e que falam tanto a mim, Santa Fe traduz um sentimento bem decorrente de empolgação com novos projetos que eu e Minha Téia volta e meia temos. Aquele de deixar algo velho de lado e se dedicar a algo novo por conta de um insight súbito, sabe? Dá uma sensação boa de possibilidade, que realmente dá vontade de sair dançando assim dentro dos metrôs. Se eu fosse uma pessoa que dançasse, claro. E se tivesse metrô por aqui. Heh.

4 – Carry On – Fun.

If you’re lost and alone
Or you’re sinking like a stone
Carry on
May your past be the sound
Of your feet upon the ground
Carry on

Essa tem elementos básicos que me chamam numa música: letra sobre resiliência, empolgação e coro. Eu AMO música que começa devagar, lenta e vai acelerando, com batidão. Dá uma coisa no corpinho! E esse coro que tem em muitas das músicas do Fun. quase compensa o tom da voz do cantor pra mim. É linda essa música. ❤

5 – Conversa de Botas Batidas – Los Hermanos

Abre as cortinas pra mim
Que eu não me escondo de ninguém
O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem

Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar

Ai, acho que essa fala toda por si. Eu já não me escondo de ninguém. Foi-se a época.

6 – Fala – Secos & Molhados

Eu não sei dizer
Nada por dizer
Então eu escuto
Se você disser
Tudo o que quiser
Então eu escuto
Fala

Bemm… eu tenho isso mesmo. Sou uma boa ouvinte, eu acho, mas na hora de falar é terrível, porque eu realmente não sei dizer nada por dizer. Constatar óbvio, então, é terrível. Isso me causa certos problemas, porque esperam que eu traga grandes contribuições por ser psicóloga, mas se eu acho que o que eu vou dizer já tá subentendido eu tenho dificuldades em dizer mesmo.

7 – Don’t Tell Me – Madonna

Tell me love isn’t true
It’s just something that we do
Tell me everything I’m not
Don’t ever tell me to stop

Porque às vezes o que a gente mais precisa é de alguém que nos dê um não pra nos motivar, né? Acontece, já aconteceu e ainda vai me acontecer muito. Sou fera em tirar forças de momentos adversos. 😉

8 – I Have Confidence – The Sound of Music

I have confidence in sunshine
I have confidence in rain
I have confidence that spring will come again
Besides which you see I have confidence in me

Fräulein Maria está prestes a conhecer o Capitão Von Trapp e seus sete filhos e não poderia estar mais nervosa. Ela tenta se convencer de que é capaz de lidar com qualquer coisa que eles lhe apresentem, porque ela tem confiança no sol, na chuva, na primavera e nela mesma! Pra provar isso ela sai cantando e saltitando com as malinhas na mão até chegar no portão imponente do casarão onde a família reside. A confiança lhe falta um pouco, mas com passos firmes ela se reafirma que ela confia na confiança também e manda ver!

Sério, melhor analogia pra mim frente à novos desafios. Eu sendo a Fräulein Maria e o desafio sendo o Capitão Von Trapp, claro. Com ou sem apito.

9 – Just a Girl – No Doubt

Don’t you think I know
Exactly where I stand?
This world is forcing me
To hold your hand

Nossa, poderia colar a letra inteira aqui! Essa música é toda perfeita em seu feminismo pop anos 90. E esse visual meio Tank Girl pré-apocalipse da Gwen era o máximo! Posso passar tempos sem ouvir Just a Girl, mas a letra tá toda gravada na minha mente e acho ela uma delícia de cantar. 🙂

 

10 – Mona Lisas and Mad Hatters – Heart

I thank the Lord for the people I have found

While Mona Lisas and mad hatters
Sons of bankers, sons of lawyers
Turn around and say, “good morning” to the night
For unless they see the sky, but they can’t and that is why
They know not if it’s dark outside or light

Originalmente é o Elton John quem canta, mas prefiro a versão das irmãs Wilson (tem uma lindíssima também das Indigo Girls). A música desenrola que é uma delíiiicia, mas esse trecho em especial me pega demais. Sou muito saudosista e me pego pensando nas pessoas da minha vida frequentemente, pessoas com quem não tenho mais o mínimo contato, me perguntando se elas se lembram de mim também. E os atuais sujeitos do meu cotidiano também me são valiosíssimos, mind you. Sou agradecida sim por eles também.

O segundo trecho me remete aos coxinhas, ou little thighs (haha), com quem temos que lidar hoje em dia. Galerinha que não sabe diferenciar a noite do dia, mas acha que pode ditar a vida e os direitos alheios. Hunf.

 

11 – I Shall Rise – Karen O

They’ll know my name
After the storms are passing through
They’ll know my name
When they’ve forgotten all about you

And I shall rise, oh well I shall rise
Again and again

Uma coisa que senti muita falta em Rise of the Tomb Raider foi da musiquinha tema maneira que teve em Tomb Raider. Aqueles violinos davam o tom certo pro jogo. PORÉM!, quando zerei ROTTR e os créditos começaram a subir com ESSA MÚSICA, com essa letra, depois de toda aquele drama de Sibéria e madrasta e Trinity e sei lá mais o quê… PQP!!! Foi muito perfeito! Fui uma gamer satisfeita! Dificilmente eu vi algo se encaixar tanto quanto essa música e a saga de Lara. Apaixonei na hora! ❤

Ah sim, mais uma música de resiliência. It’s a theme. 😉

12 – How We Operate – Gomez

Turn me inside out and upside down
And try to see things my way
Turn a new page, tear the old one out
And I’ll try to see things your way

Ok, relacionamento. Julgo eu que tenho facilidade em me colocar no lugar do outro e intercalar pontos de vista. Muito da minha indecisão vem disso. Demoro a me posicionar por conta disso também. As coisas não são tão preto e branco pra mim, eu vejo toda uma área cinza no meio e às vezes é muito difícil lidar com ela.

13 – Happy – Pharrell Williams

Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do

Nhoin! Toda good vibes, essa é outra que é um perigo para meus colegas de ciclovia. E tem palmas, né? Só piora as coisas. E tem um clipe 24 horas! E fala muito a mim, porque no geral eu sou bem felizinha mesmo. 🙂


Certo, essa seria minha mixtape de apresentação a um novo amigo. Será que dá pra ter uma ideia de onde ele está se metendo? 🙂

Faz uma também!

Cheers, kiddos!

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Pergunta aos universitários…

Facebook é que nem umbigo: uma coisinha estranha, sem muita utilidade e que nos faz questionar sua existência, mas todo mundo tem um. Eu particularmente não consigo me afeiçoar por aquele trocinho, nem entendo o hype dele lá fora. Mas tem mais gente que eu conheço nele do que no Orkut, gente que não tem Orkut e tem Facebook e gente que não me adicionaria no Orkut me adiciona no Facebook! Enfim, um grandessíssimo “wtf?”.

E não sei como nem por que nem quando – só uma vez ou oooooutra eu vou lá tirar os paranhos dele – surgiu essa pergunta lá: “Se Tálita fosse um super-herói, o que ela seria?”, ou alguma coisa do tipo, e recebi hoje uma resposta “só se fosse anti-herói”.

*silêncio*
*ponderação*
*inconclusão*

Então, me digam caros senhores da banca, que diacho isso quer dizer?

0.o

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Mini-mim!

Vendo minhas fotos dazantigas ontem revisitei uma época muito boa da minha vida; fiz uma montagem uó com algumas delas e vim compartilhá-la com vocês. 😉

1. Eu bem simpática mostrando a língua na comunhão da minha irmã.

2. De uniforme no meu primeiro dia de aula.

3. Com meu triciclo que eu adorava.

4. Na frente da minha estante de brinquedos.

5. Super vesga com meus pais (acho-os lindos nessa foto!) numa festa junina.

6. No colo do Afonso, melhor amigo do meu pai e meu padrinho – de quem sinto muita falta.

Todas elas num período entre meus três e cinco anos de idade.

.

Apesar de ser Dia das Crianças, chegou hoje os presentes de aniversário que ganhei do meu amor: Os livros “Desafios da Terapia” do Irvin D. Yalom e “Como Ser um Pirata” da Cressida Cowell e o dvd duplo de Harry Potter e o Enígma do Príncipe – que eu ainda NÃO tinha! =O – com o copo da Poção n.86. #ameidemaisdaconta

Ainda tem por vir os livros que comprei com o presente que ganhei do meu pai! Yay! Meus concursos estão se aproximando e estou estudando às tardes, mas creio que o Carl Rogers não vai se importar se eu encaixar uma ou outra leitura extra-curricular nos entremeios, né? Hohoho.

Agora, de volta à maratona de filmes Harry Potter! #procrastinaréviver

Cheers!

Playing: “Yellow Taxi” – Matt Costa

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O exercício das pequenas – GRANDES – delicadezas

Bem, já me gabei sobre isso lá no meu Twitter, mas vou relatar aqui com mais detalhes uma surpresa muito boa que tive semana passada:

No meu post-desabafo sobre a atual tendência de se seguir tendências, citei um poema da Liane dos Santos, cujo trabalho passei a admirar há alguns anos, quando declamei algumas de suas linhas em um recital. E – pasmem – semana passada me deparo com um comentário no tal post de ninguém mais ninguém menos que ela mesmo: a própria Liane! =O

Fiquei de cara com o que li e – claro – honradíssima com as palavras dela, sobretudo com a gentileza e a boa vontade em querer me enviar um de seus livros. Na hora a respondi por email, me segurando pra não parecer tiete demais. Ela novamente me escreveu muito gentilmente dizendo que logo no dia seguinte postaria no correio não um, mas dois de seus livros. Nossa, fiquei radiante! A Téia é que sabe! 😀

Exatamente sete dias depois, chegaram às minhas mãos o “Verão” e “O Exercício das Pequenas Delicadezas”, de 1980 e 2004, respectivamente. Ambos inéditos pra mim e com dedicatórias fofíssimas!!!

Não tinha como não, virei mais fã ainda! Mas é sério, gente, não é suuuuper goshtoso receber um carinho assim de alguém que admiramos? Pra mim, foi uma surpresa deliciosa descobrir que ainda existem pessoas tão generosas dessa forma. São coisas assim que me ajudam a restaurar minha fé na humanidade. 😉

Ainda estou na maratona de releitura de Harry Potter – pra acompanhar o lançamento da primeira parte de Relíquias da Morte, em Novembro – mas nos interins vou lendo e me deliciando com a obra de Liane (que, a propósito, é minha conterrânea de Itajaí. SC)!

Mais uma vez, agradeço!

Cheers, kiddos! 😉

Publicado em amor, Blá blá blá..., Faculdade

one single breath

Finaaaaaaaaaaal da minha graduação! Última semana de tudo do curso, Quarta-feira último atendimento, última triagem, última aula e último trabalho. Senhoras e senhores, eu não sei o que pensar! Sério, tô tão aliviada, mas já tô com saudade de TUDO! Sei que vou ficar longe do mundinho universitário por um tempo e sinto saudades de fazer relatórios já, mesmo eu estando aqui me enrolando com o de Clínica. GOD! Mas vou sentir mais falta ainda das funcionárias da clínica, dos professores, orientadores e da minha parceira. Isso tudo eu nunca imaginei que sentiria há uns dois anos. Eu sempre amei meu curso, mas foi de uns dois anos pra cá (quando começou a prática, será?) que eu comecei a curtir de verdade. E agora acabou! It’s over! Acuma?!

Não sei o que fazer ainda. Sei que quero descansar um pouco, mas não muito. Quero manter o cérebro ativo, senão já viu, né? Vou prum congresso em Setembro, talvez continue frequentando as Semanas Psicológicas da Univali. E tem outro congresso SHOW em Curitiba bem no dia do meu aniversário (Outubro)! Esse quero muito ir, porque vai ter o Robert Hare, que é uma assumidade em criminalistica. Referenciei ele no meu TCC. Mas, veremos veremos…

Apesar disso tudo, parece que de hoje pra quarta faltam eras! Coisas e mais coisas pra fazer! Aff!

Semana passada encerrei o estágio de POT. Tão legal! Quisera eu que todos os campos de estágio tivessem sido assim. Um feeling de pertencimento gostoso. Queria continuar lá, mas acho que não rola, apesar da Direção ter brincado com a possibilidade. Bem que ela podia ter falado a sério, bandidona!!!

Fora isso, curtindo muito com meu amor. A minha graduação também sinaliza um passo grande pra nós. Vai ser bom, bem bom! Amo nossas coisas e tudo que temos!

Nova fase, hurray! Simbora ver no que dá! 😀

/paranóia ansiosa

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Termos de Procura

De vez em quando eu me pego de cara com os termos com que as pessoas chegam até aqui, algumas vezes é possível se ouvir um alto e claro “WTF?” vindo de dentro da minha cabeça. Resolvi colecionar algumas pérolas e dividí-las com vocês.

Check it out:

“resumo do livro inteiro inclusao escolar”
– quer mais nada, né?

“we miss you”
– I miss me too!

“concepção socrática de homem”
– a que mais dá!

“umanização”
– e no Haurélio, nada?

“porque as pessoas sentem tédio nos dias”
– quem descobrir, aproveita e descobre o antídoto.

Mais por vir. Com certeza! x)

Publicado em amor, Blá blá blá..., Faculdade

Na cozinha.

Então acabou que fiquei mermo na cozinha. E quer saber, é bem melhor. Principalmente porque tem espaço pra eu me espalhar (isso é, as minhas coisas!) na mesa e dá a sensação de estar em casa. É bem mais tranqüilo do que na minha antiga sala, apesar do pessoal entrando pra tomar café. E além do mais, fico por dentro de todos os basfóns que rolam nos undergrounds. Hohoho.

Sério, tô gostando muito.

Falando em cozinha, essa tarde meu amor preparou uma sobremesa deliciosa de creme belga com brigadeiro. Ficou divina! Eu estaria a atacando agora, não fosse pela enxaqueca feladapota que me deu essa tarde e que deixou meu estômago todo revirado. Uhg!

.

Temos novos vizinhos e acho que eles estão em processo de comemoração de mudança, porque estão até agora num festerê maldito! Cara, duas e meia da matina! Ninguém merece. Ainda ficam jogando bola aqui na rua e o barulho reverbera na minha cabeça latejante. GODS!

Agora também temos um quintal limpo. Um amigo americano da Téia veio fazer esse serviço ingrato pra nós. Apesar de que teremos ainda que dar os retoques finais, ficou bem melhor já! E sendo que agora tomaram nossa rua, podemos jogar bola por aqui mesmo. Yay! 😀

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Nossa gata, Touché, estava dodói há alguns dias, com falta de apetite, vômito e fígado inchado, mas agora se sente bem melhor, graças! Coisa ruim quando se tem um bichinho doente, né? Preocupação em dobro, uia!

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Ah! Coisa mais absurda: Fizeram um despacho aqui na esquina essa manhã! Com direito a tudo quanto é tipo de frutas, rosas vermelhas e sacrifício de galinhas. Que gente é essa?! Sinto muitíssimo pelas galinhas, sério mesmo. Nos disseram que pelos elementos foi uma mandinga de amor. Meodeos, né. #semata. Como disse a Téia: “isso que dá morar em encruzilhada”. Os vizinhos novos que devem ter gostado do presente de boas-vindas.

No mais, nada de mais. 😉

Cheers.

Publicado em Blá blá blá..., Faculdade

*facedesk*

Vou contar um causo que aconteceu semana passada, mas esqueci de relatar aqui antes.

Primeiro deixa eu ambientar vocês: tô fazendo estágio de Psicologia Organizacional e do Trabalho (POT) numa empresa aqui de Navega City. Nesse estágio eu tô fazendo agora uma pesquisa de Clima Organizacional, pra mó de levantar variáveis que possam ou não interferir no ambiente de trabalho. Etecetera, etecetera. Terminei hoje de montar o questionário que vai investigar essas variáveis e amanhã começo a aplicação dele com os grupos.

Tá.

Quinta feira, então, chego no meu estágio e minha mesa não está lá. Primeiro tinha duas mesas na sala, depois deixaram só uma (a minha). Um dia cheguei não tinha cadeira. Computador pra mim nunca teve. Sabia que um dia eu ia chegar e não teria minha mesa. Só não sabia que colocariam um monte de compras no lugar. Falei com a secretária e ela não sabia de nada. Ninguém viu a mesa saindo da minha sala. Quase fui embora PORQUE NÃO TINHA MESA PRA EU TRABALHAR. Aí lembraram que um outro funcionário foi viajar e me colocaram no lugar dele, em outra sala. Beleuza, fui pra lá.

Agora, cês não tem noção do SOL que batia sobre essa mesa. Ela ficava na frente da janela, o sol bem nas minhas costas. Eu tava fritando alí e a luminosidade era tanta que eu mal via o que tava na minha frente. Fiquei me escondendo aqui e alí nas possíveis sombras, que eram raras. Ainda bem que nesse dia mesmo eu tinha bastante coisa pra fazer pelos setores, então pude ficar um tempo fora da sala e longe do sol.

.

Oi sol.

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Aíii, lá vou eu aplicar o questionário piloto, que  é um protótipo do questionário final que a gente entrega pros três funcionários mais novos da empresa, pra eles verem a funcionalidade da coisa, tipo se é muito longo, muito chato, complicado, blabla. Entreguei. No fim da manhã fui buscar e o último que peguei eu tinha entregue prum funcionário que tava alí a dois dias. DOIS DIAS – se isso! Ele fez um rabisco no piloto dizendo que a variável que questiona os fatores ambientais como ruído, luminosidade e temperatura não era “interessante” avaliar.

Não é interessante? Ex-cuse-me? Porque é bem fácil trabalhar com o sol queimando nas costas e sem se enxergar nada na frente, né? Eu fiquei nessa situação por uma manhã e já me compadeci completamente do funcionário que tem que trabalhar ali integralmente. Sério, sou obrigada a levar isso pra Direção. OU comprar um blackout pra ele, não é possível.

Aí o fulano que tá há DOIS DIAS me diz que não afeta em nada os fatores ambientais.

¬¬

God, dai-me paciência. Me faz um favor e se não sabe não fala. #prontofalei

.

Amanhã então vou aplicar meu lindo questionário que tô montando desde o começo do semestre. Sobre ele, minha professora diz que poderia ficar melhor, mas minha mãe disse que parece super-profissional. E todos sabemos que opinião de mãe é a que vale, né?

Né.

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Cheers, kiddos!

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Ouça o que eu digo: não ouça ninguém.

Hoje vim dar uma desabafada.

Tenho notado ultimamente como tem surgido essa infeliz tendência de algumas pessoas de serem do contra. Não é só ser do contra, assim, naturalmente, por simplesmente gostar de outras coisas e tals, mas pessoas que fazem questão de ser do contra. Insistem em nadar contra a maré, de uma forma forçada que chega a dar nojo de ver. Eu tenho uma raiva de gente assim, pego nojinho fácil fácil. Oras, que idéia mais estapafúrdia é essa de rejeitar as coisas com tal facilidade, antes de conhecê-las, de testá-las, prová-las?

Tem toda uma geração aí que faz questão de repudiar coisas populares, modernas e nacionais. Esse tipo de gente ta em toda parte, é tipo uma praga. Que idiotice é essa, não apreciar coisas nacionais? Xenofobia ao contrário, nunca vi disso! Pois como pode alguém não curtir uma bossa nova, uma mpb gostosa que faz a cabeça?

Ouvir música internacional, ininglish, infinnish, é bem fácil, né? Não se entende lhufas mesmo, podem estar me xingando, convocando o diabo, que tô nem aí. Gente que não fala um nada em inglês e só ouve música de fora. Que pedantismo, que burrice absurda. Ainda, pra não seguir a maré, não seguir o gado, vasculham as profundezas da internet pra continuar sendo diferente onde todo mundo é igual. É um campeonato de quem conhece a banda mais desconhecida. Bandas que fazem um som todoigual, que na real, só muda o nome mesmo e não faz a menor diferença quem tá cantando ou não.

Eu não entendo essa de ser diferente. Hoje em dia, ser diferente é igual. Curtir coisas antigas, dizer que LP é melhor que CD, que Toddy é melhor que Nescau, que Inglaterra é melhor que Brasil, só pra ser diferente e com isso renegar tudo que não segue essa regra sem nenhum embasamento empírico? Ora, me poupe, né?

Vamos raciocinar, minha gente! Vamos andar pra frente. Chega desses “modismos clássicos”, de querer ser uma eterna criança, de achar que Brasil é bunda e que se todo mundo gosta então não presta. Uma alma autêntica de verdade encontra belezas, grandezas, maravilhas em qualquer contexto, em qualquer língua, em qualquer década. Outros países, outros tempos, também fazem/fizeram porcaria. Não os supervalorize.

O novo já nasce velho, hoje em dia. Esse estilinho “cores sujas, tons pastéis, look retrô” não é nenhuma novidade, minha filha. Tanto não é novidade que hoje em dia só está na moda de novo por que já esteve em voga antes. Como eu disse, o novo nasce velho e o velho nasce de novo.

Preocupe-se em ser você mesmo, embora eu acredite que no meio de tanta influência e vontade de se encaixar, seja difícil se definir, saber o que é seu, inato. Mas vai treinando que cê chega lá. Não há nada mais bonito que ser autêntico, se sentir, se conhecer, se permitir ser o que é. Não usar uma embalagem pra ser igual na diferença, ser diferente na igualdade.

Tem um trecho da Liane dos Santos (poeta brasileiríssima, maravilhosa) que diz, “não há nada de novo no que eu digo, não há nada de novo no que eu faço. A diferença é que agora EU existo”. É bem isso, ninguém é diferente de ninguém, ao tempo que ninguém é igual a ninguém.

Entendeu ou quer que eu desenhe?

Não tente se definir tanto, o negócio é seguir a maré, sacou? Deixe a vida te levar! E tenha um pouco de discernimento nessa cuca, não faça da sua cabeça o espaço entre as orelhas. Que tal aproveitar que ela tá ali e fazer algo de útil com ela?

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O cérebro é como um pará-quedas. Só funciona quando está aberto. – James Dewar

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😀

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* Na foto: Humberto Gessinger, dos Engenheiros do Hawaii – Vitimas de muitos pseudo-intelectuais “mudernos e diferentes” por aí.

Publicado em Blá blá blá..., Faculdade, Novidades!

Dancing barefoot…

Comunidades do orkut que eu vou sair depois que me formar: A Faculdade me consome e I should be studying right now. Também tinha outra, Estagiário vai pro céu, mas eu devo ter saído já, porque não encontrei. Entre outras…

Pois então, faltando 150 e poucos dias pra minha formatura agora. Esse último semestre tá bem so-so. Uma hora tenho pontos baixos e em outra pontos bem altos. Segunda-feira descobri que vou me separar da minha parceira de facul, parceira essa de quatro anos já, e fazer o estágio de POT sozinha, aqui em Navega City, ainda por cima -essa parte é boa ;). Aí hoje já fui convocada pra apresentar um seminário de estágio no III Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão, em Setembro, em SP. Isso porque minha professora orientadora do estágio de Educacional achou que eu fiz um trabalho ninja ano passado! =D

O ruim (MUITO ruim) é que não sei ainda se meu amor vai poder ir comigo, o que eu gostaria TANTO! O tal Congresso é só para profissionais e acadêmicos da área e o transporte será doado pela universidade, mas só pra quem estiver inscrito. Pagar uma viagem e estadia pra Téia sairia um tanto caro, aí. Mas quem sabe a gente não encontra uma alternativa? Seria ótimo, porque temos amigos em Sampa que gostaríamos de visitar! =)

Hoje também foi a primeira sessão com minha nova cliente e é um caso de Pseudologia Fantástica que me deixou super animada! Semana que vem ainda tenho outro cliente novo. Isso renovou meus ânimos no estágio de Psicologia Clínica e agora minhas quartas de manhã não são tão evitadas.

Minhas semanas ainda estão light porque falta definir meu campo de estágio em POT. Semana que vem tenho que resolver isso, mas por enquanto tenho atividades só nas Segundas e Quartas-feiras. Depois entra Terça e Quinta também, mas minhas Sextas estarão livres, yay! Aí minha Quinta vai ser minha Sexta e meu fim de semana vai começar mais cedo 😀

Coisas a fazer ainda: Finalizar meu artigo sobre Psicologia Criminal com meu orientador do TCC e arranjar um estágio remunerado pra ocupar minhas tardes sonolentas. Ah, e ir ao oftalmologista, causo que esses óculos não funcam mais tão bem. E também começar a ler O Silêncio dos Inocentes, pro videoblog da Tata, no Happy Batatinha (isso é um spoiler, Tata?).

Falando em tardes sonolentas, estou com problemas no sono noturno. Simplesmente deito e não consigo dormir! Minha média de horas dormidas por noite é entre uma e três horas. Aí chega de tarde e eu to “caindo pelas tabelas” como diria minha mãe. Espero que isso se resolva logo, eu aprecio muito minhas noites bem dormidas, uia!

Bem, vou lá tentar ler O Silêncio… apesar de que o que eu gostaria mesmo de ler é Strangers in Paradise. Ain, com é ruim ter responsabilidades! X)

Cheers, kiddos!