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Fazer algo divertido com…

062 – Ana Paula
063 – Michelle
064 – Pauline

066 – Vanessa

Meu aniversário desse ano não poderia ter sido mais maravilhoso! Reuni amigos ao redor de pizza numa pizzaria supimpa aqui. Minhas melhores amigas de várias épocas estavam lá e foi isso que tornou tudo tão especial.
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Da época de escola estavam Ana Paula, Vanessa e a Dionara –que não está nessa lista por termos nos afastado um pouco. Essas três fizeram parte da minha melhor fase adolescente. Nós éramos O Quinteto e a gente botava pra quebrar. Até hoje ainda somos reconhecidas por isso. Faltou uma de nós, que acabou se afastando mesmo, mas nos reencontrarmos depois de19 anos foi fantástico! Aquela sensação de pertencimento, de confiar em alguém que te conhece do passado e de ser apreciada pelo que se é –tava tudo ali à mesa e eu simplesmente AMEI! ❤
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Da época da faculdade estava a Michelle, minha parceira ninja de tudo dentro da Uni, desde assistir às aulas até fazer os trocentos estágios juntas. De comer as mágoas após as avaliaçõese de rir de desespero frente aos desafios, de carona e de multas, de complôs e de tretas.Tomamos rumos diferentes, mas estamos sempre em contato. ❤
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E da época da pós estava a Pauline, amiga feita quinzena após quinzena sonolenta e de aulas sacaneadas. Do quarteto que se formou inicial sobrou a dupla. Não nos vemos tanto quanto gostaríamos (e moramos pertinho), mas ela tá sempre presente comigo. ❤
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niver
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Fui esperta e matei quatro itens de uma vez só, juntando a galera. Mas isso não exclui minha vontade de ter repetecos individuais (ou não), heh. 😉
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Cheers, kiddos!
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051 – Comprar uma bicicleta

Das tarefas desta lista essa foi uma das que eu menos dei fé quando listei. Eu moro há quase cinco quilômetros de onde trabalho e sempre peguei ônibus para ir até lá, que fica bem na região central da cidade. Já tive época – no verão principalmente – de voltar à pé, o que dá quase uma hora de caminhada. Na verdade, não sei nem dizer ao certo porque coloquei esse item como objetivo. Era um pensamento mais longínquo mesmo.

Mas eis que literalmente de um dia para o outro a tarifa do ônibus aumenta em sessenta centavos ao dia! Nossa! Um absurdo pra uma viagenzinha de menos de quinze minutos! Nessa época também a ciclovia paralela ao calçadão da praia estava acabando de ser feita. Me organizei nos pensamentos e nas finanças, fiz umas pesquisas de preço e comprei uma bike nas minhas férias. Linda e bem confortável. ❤

2016-08-06-3069

Voltei das férias pedalando! Uma beleza! O calçadão é maravilhoso, com sinalização e à beira-mar, que segue a maior parte do meu percurso. Coloco os headphones e levo uns vinte minutinhos no trajeto. Sem ponto de ônibus, sem tarifa abusiva, sem esperar, sem empurra-empurra na volta de um dia cansativo e ainda gasto umas calorias. Só vantagem!

Ônibus agora só em dia de chuva. 🙂

Cheers, kiddos!

 

 

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Up-to-dating.

Oi galere! Sei que dei uma de Tom Hanks (Náufrago, oi) e ando sumida, mas vim pra mudar isso. Aproveitar que eu ainda tenho a maior parte do meu tempo livre pra dar as caras aqui vezenquando. Quero compartilhar com vocês especialmente minhas idas e vindas ao correio e o que isso me anda trazendo.

Mas antes, vou resumir o que aconteceu comigo desde o último post aqui (em Março!):

Bem, em Março mesmo eu aceitei um convite pra dar aulas de inglês em uma escola que se diz profissionalizante numa cidade vizinha de Navegalândia. Muito reluntantemente, porque dar aulas nunca foi a minha. Mas com a premissa de que seria temporário, acabei aceitando o desafio e fui.

Fiquei cinco meses lá, e vou dizer que foi muito tempo. A escola era uma bagunça, parecia de várzea, sei lá. Ninguém era levado a sério pelo dono, nem professor, nem aluno, nem ninguém mais lá dentro. Não tinha estrutura física nem moral pra estar no mercado, mas insistia (e insiste até hoje). Culpa do dono mesmo, que só queria saber do dinheiro dele no bolso e nada mais. Fui jogada dentro de uma sala de aula e tive que me virar nos trinta. E isso aconteceu de várias outras formas nesses cinco meses que fiquei lá.

Essa escola faz parte de uma franquia até bem conhecida, então deixa eu ressaltar que não tô falando da franquia como um todo, só dessa unidade específica mesmo, porque é claro que tudo depende da coordenação, né? O que eu vejo nas outras unidades que tem aos arredores é bem diferente porque não é o mesmo dono. Se eu fosse descrever as situações bizonhas que passei lá ia ficar aqui dias. Sério mesmo.

Mas continuando.

Como sempre, tira-se algo de bom de tudo que é situação e o que eu tirei foi que, pasmem!, eu sei dar aula! E até gosto! =O

Como tava matando cachorro a grito (ui) e tinha até o fim do semestre sem nada profissional em vista (já explico), deixei meu famigerado currículo em outras escolas de idiomas da cidade. Uma delas me deu um retorno quase imediato, fiz a avaliação escrita, a entrevista e fui chamada pra começar um treinamento pra dar aulas em Agosto.

Lembram que eu disse que só tinha o primeiro semestre livre? Pois então. Causoque em Março também eu comecei a fazer o ProJovem Trabalhador, oferecido pela prefeitura e pelo governo federal. É um curso gratuito, cheio de benefícios e que garantia trabalho numa multinacional que tava se instalando em Navega. Todo um alvoroço, uma comoção em cima disso, eu que não ia ficar de fora. Vi como uma ótima oportunidade de crescimento. Quem sabe eu não chegaria ao RH da empresa? O incentivo, por parte dos professores do curso, era enorme. Encarei de novo.

Então passei esses meses estudando, dando aulas, tendo aluno VIP e fazendo treinamento. Eu tava feliz da vida, porque adoro ocupar a mente e me sentir útil. A ideia de começar a trabalhar numa empresa tão grande agora no segundo semestre era boa demais, eu já tava cheia de planos e me organizando em cima disso.

Então Agosto veio. Pedi demissão da escola antiga (por telefone, cês deviam ter visto!) e comecei na escola nova, só aos Sábados, porque precisava deixar minha semana livre pra empresona lá. A-M-E-I e escola nova, tinha tuuuudo que a outra não tinha, coitada: método, material, encorajamento, suporte, gente bacana e as tais estruturas física e moral pra atuar no mercado. Eu toda empolgada, o dono todo empolgado com meu conhecimento não só do inglês mas de Psicologia (*coffmeacheicoff*), mas nada da empresa me chamar.

Antes de completar dois meses na escola nova, o dono me disse que tava me cogitando pra ser coordenadora da unidade. Acuma? Olhei pra ele, “are you for real?” e ele disse que se não fosse for real, não teria me dito. Ele tava me comunicando da promoção. Nussa!

Mas e agora? Ser coordenadora pedagógica de uma franquia bem sucedida, onde eu poderia usar meus conhecimento adquiridos na faculdade, conhecer todo tipo de gente, viajar bastante e falar inglês ou ser praticamente chão-de-fábrica de uma empresona nova na cidade?

Ó dúvida.

Então. Me formei no ProJovem, ganhei certificado, caneca, beijo do prefeito, mas nada da empresa me chamar pra trabalhar. Tudo bem, continuei só nas aulas de inglês. Até que, chego em casa um dia e meu pai tinha anotado um recado pra mim: entrevista na empresona dia 20/10. Bem no dia do meu níver! É um presságio, pensei. Yay. Fui lá nos cafundojos do brejerê fazer a entrevista. Peguei busão, esperei em pé mais de duas horas, fiz meu teste projetivo já ligada nas manhas e fui pro particular com a moça do RH. Expus minha situação super-conflitante pra ela e, povo meu, depois de SETE meses esperando pela oportunidade, estudando e sendo incentivada, ela me diz que a chance de crescimento na minha área dentro da empresa seria quase nula. NULA. Que o RH da empresa já era todo enxuto. FFFFFUUUUUU!

Depois de passar metade do meu aniversário ali, dei boa noite e bença pra empresona e fui falar com o dono da escola. Acertamos na hora: eu vou ser a coordenadora pedagógica da unidade sim, o braço direito dele. Começando oficialmente em Fevereiro, mas já sendo treinada indiretamente desde então. E ainda vou continuar com as minhas aulas. o/

E é aqui que tô agora: Tenho minha turma que adoro aos Sábados de manhã, faço treinamento como professora às sextas, substituo o dono sempre que ele não está e em Janeiro tenho um encontrão dos coordenadores das franquias em Curitiba. Tô ansiosíssima pra começar como coordenadora de vez e tô amando tudo isso. 🙂

A vida tem dessas coisas, né? às vezes surpreende.

Mas mais por vir, pessoas. Até lá 😉

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Gente.

Gente… eu gosto de gente.
Gente passando, gente sorrindo, gente correndo, gente sorrindo, gente chorando, gente sofrendo, cantando, vivendo, matando. Gente sentindo, gente amando.
Eu gosto de gente.
Gente que canta, gente que constrói, que destrói.
Gosto de gente boa, gente alegre, sincera, que goste da gente, que compreenda ou não a gente.
Gosto de gente.
É triste não ter gente para ficar com a gente quando a gente se entristece. Gente consola.
É triste não ter gente para ficar com a gente quando a gente adoece. Gente ajuda.
É triste não ter gente para ficar com a gente quando a gente envelhece. Gente acompanha.
É triste não ter gente para ficar com a gente quando a gente se aborrece. Gente diverte.
Gosto de gente.
Gosto de gente amiga, que não nos abandona quando precisamos dela.
Gosto de gente franca, que não dissimula quando precisamos dela.
Gosto de gente que não mente, que não fuja quando precisamos dela.
Gosto de gente simples, amável.
Gosto de gente companheira que goste da gente.

Gosto de gente que sente o que a gente sente.
Gosto de gente que não gosta de gente.
Gosto de gente bonita,
De gente feia.
De gente inteligente,
De gente que sabe.

Gosto de gente que fala, que escreve.
Gosto de gente que pergunta,
Que responde.
Eu gosto de gente. E gente não gosta de mim.

—> Saulo Heusi,
23 de Março de 1972

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(I do. I love you, dad.)
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Tarakihi

O Tara tem dez anos de idade já e está comigo há tanto. Eu o ganhei na noite de um daqueles dias em que nada dá certo, sabe? Se não me engano, no dia em que decidi parar de estudar inglês no Fisk (continuei estudando em casa) e outras coisas assim… A cachorrinha da minha vizinha tinha tido filhotes há uns dois meses e nessa noite então minha mãe resolveu me presentear com um dos filhotinhos.

Minha felicidade foi geral, imensa! Fomos até a vizinha e eu pude escolher qual eu queria. Escolhi o menorzinho e o que me parecia mais debilitado, com feridinhas de pulga pelo corpo (a vizinha não se importava com os bichos, não). Levei pra casa, dei um bom banho, alimentei, dei leite quente e o levei pra dormir comigo.

O nome veio de cara, por influência de uma música maori que eu ouvia muito na época – Tarakihi, da soprano neozelandesa Kiri Te Kanawa. Não sei porquê, mas assim que vi aquela coisinha dourada comecei a lhe chamar de Tarakihi. Obviamente, logo ele virou o Tara. 🙂

O Tara ficou no meu quarto até ter tamanho suficiente pra roer meus discos, meus livros e pra detonar com todo o meu quarto – o que ele fazia -, depois disso compramos uma casinha pra ele e ele foi pra rua.

Antes dele fazer um ano, nos mudamos de casa, pra uma que tinha um quintal enorme e ele podia entrar em casa livremente. Mas um dia, numa brincadeira, ele acabou machucando o poodle da minha mãe, o Sena. Com uma patada o Tara quebrou a bacia dele. Foi aí que ele mudou de comportamento e passou a ter muita raiva do Sena. Como já não podia mais circular livremente (pra não dar mais briga), meus pais o prenderam numa corrente. Ela percorria quase todo o quintal, mas mesmo assim ele ainda estava preso e só era solto às noites.

Foi em 2005, quando nos mudamos pra uma casa sem quintal, que ele ficou preso de vez, num canto só dele, sem contato algum com outros cachorros. A gente sempre o levava pra passear, mas começou-se a cogitar que ele fosse doado ou solto e eu sempre me opus às duas sugestões.

Com isso o Tara foi mudando cada vez mais, rosnava pras pessoas (inclusive meus pais) e ficou mais agitado ainda. No começo desse ano, como fui passando cada vez mais tempo na casa do meu amor, minha mãe perguntou se eu não gostaria de trazer o Tara pra cá comigo, já que aqui tem bastante espaço, tem outros bichos e ele teria mais contato comigo. Conversei com a Téia e ela topou. Esperamos as férias chegarem porque tínhamos medo da reação dele com os cachorros daqui, afinal de contas ele é anti-social, rsrs.

Então, faz um mês que ele está aqui. Não tá sendo simples, ele e Théo brigam bastante, se machucam e estão ficando nervosos um com o outro. Mas o Tara se dá bem com a Pucuna e com os gatos, já gosta muito da Téia, protege bem a casa e demonstra um comportamento bem feliz. Eu também estou bem mais próxima dele e meu amor por ele cresceu ainda mais desde então. O caso com Théo é um problema atual, mas com a ajuda da minha Téia – minha fofura que me dá todo apoio -, tenho certeza que vamos resolver.

Amanhã ele e Théo serão castrados e há a probabilidade de que 50% do problema se resolva, uma vez que esperamos que o territorialismo – característica dos machos – termine com a operação.

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Sei que meu Tara já ta ficando velhinho – tem até pelos brancos! 😉 -, mas quero poder proporcionar anos de liberdade e felicidade pra ele. Também sei que sou responsável por isso e não vou abrir mão de oferecer o mínimo de conforto e bem estar pro meu amigo. =)

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Ufa, é isso!
Cheers, kiddos! 😀

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A day at the movies.

Meu Sábado ontem foi dedicado ao cinema, já que fazia mais de um ano que eu não ia – o último filme ainda foi Crepúsculo, eca!. Eu e a Téia estávamos esperando uma boa oportunidade pra marcar nossa volta e ontem surgiu a combinação perfeita. Calhou de estar em cartaz Alice no País das MaravilhasComo Treinar o Seu DragãoChico Xavier e de ser o Sábado Maluco (promoção dos Cinemas Arco-Íris, onde no último Sábado do mês é cobrada apenas meia-entrada).

Bolamos nosso horário de uma forma que desse pra vermos os três filmes sem ter que esperar muito entre um e outro e que ainda conseguíssemos pegar o último bus pra casa. E conseguimos. Entramos no shopping à uma da tarde e saímos às nove da noite.

O primeiro da maratona foi Alice no País das Maravilhas, filme novo do Tim Burton com o meu marido, Johnny Depp. Creio que não preciso resenhar o filme, de tanto que se fala, né? Por conta disso, minha expectativa era grande, sem dúvida. Mas confesso que não achei muita coisa não. Claro, o filme, a história, os atores, em momento algum deixam a desejar. Todos cumprem perfeitamente o seu papel e numa escala de zero a dez eu daria 8,5 pra tudo. Os pontos altos são o Gato Cheshire (que eu sou fã e a Téia virou!), a trilha sonora (Danny Elfman maravilhoso de novo!) e o Chapeleiro do Johnny, que consegue divertir bastante com essa nova roupagem que foi dada a ele. Eu ainda trouxe pra casa souvenirs do filme: um pôster e dois pacotes de pipoca com os cartazes do Chapeleiro e da Alice!

Segunda sessão foi Como Treinar o Seu Dragão. Pra esse eu não tinha expectativas. Li o livro semana passada e já sabia que uma coisa não tinha nada a ver com a outra. O filme se distanciou bastante, com enredo diferente e personagens novos. Dos três filmes, era esse que eu não esperava nada e resolvi assistir só pra aproveitar. Acabou que foi o melhor da tarde! Tudo no filme é ótimo! A animação é espetacular e a trilha sonora incrível! A estória é diferente sim, mas não menos gostosa. Achei o Soluço uma fofura, mas o que mais encanta é o Banguela. Li que ele foi baseado no Stitch e percebe-se bem isso, mas ele também se parece muito com a Touché, gatinha minha e da Téia. Sério, o olhar, as expressões, os movimentos… só muda a cor! Aliás, desconfiamos que os dragões tivessem sido inspirados em felinos, porque são muito semelhantes. Empresta uma alma muito divertida a eles, adorei! Dou nota 9,5 e quero o DVD!


Pra terminar veio Chico Xavier. E terminou com chave de ouro! Super bem contado, com direção sólida do Daniel Filho e atuações superbas! Os três atores que interpretaram o Chico foram impecáveis. Impressionante ver como o Ângelo Antonio (que fez o Chico jovem) se parecia tanto com o próprio Chico quanto com o Nelson Xavier (Chico mais velho)! Apesar de conhecer bem a história do médium, gostei de saber do seu lado mais light, bem humorado. E foi a sessão de cinema mais peculiar que eu já vi: as pessoas (sala cheia também) estavam em silêncio durante todo o filme, exceto nas cenas de oração, onde elas também oravam. E ninguém saiu da sala antes dos créditos finais, até a tela ficar preta e a sessão acabar de vez. Dou nota 9,0 pra esse, a história de Chico Xavier é muito bonita, de dedicação e luta, vale muito a pena conhecer.

Durante uma sessão e outra, tínhamos tempo de ir ao banheiro, ver algumas vitrines e voltar pra fila de entrada. Foi a primeira vez que vi tantos filmes seguidos no cinema. Com certeza uma experiência que eu recomendo! Depois de tanto tempo sem ir ao cinema, passar esse Sábado lá com meu amor fez valer muito a pena! 😀

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This day, by The Bangles

It’s just another manic Monday,
I wish it was Sunday
cause that’s my funday
my I-don’t-have-to-run day
It’s just another manic Monday.

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Sobre o fim de semana

Meus fins de semana têm sido cada vez melhores – sempre na companhia da minha Téia. Esse último, em especial, conseguimos deixar as preocupações e tristezas de lado e nos esbaldamos! Principalmente no Domingo, quando minha mama, como parte do meu presente de aniversário, nos pagou duas entradas pra um chá colonial/beneficiente, daqueles que tu entra e come o que quiser. Aí já sabe, né: duas gordas de alma numa boca livre é prejuízo pra casa! UHAuhUAHuhUAhuHAuhUAHuhUAhuHAUHuA!!!

Mas tava uma delícia mesmo, tinha salgados, bolo e guaraná, muito doce pra você. O que não vai rolar de comida amanhã no meu dia rolou nesse Domingo! =DDD Voltamos rolando pra casa.

Aí, à noite, finalmente conseguimos fazer o churrasco que há algum tempo planejávamos. Sobrou uma grana e de manhã compramos carvão e cerveja. Improvisamos uma churrasqueira no quintal e mandamos ver! A Téia ficou na cerveja mesmo (tomou cinco latinhas) e eu me agarrei em dois copões de Cuba. Não é da minha índole beber assim – última vez foi há mais de um ano – e fiquei com medo de passar mal e ficar detonada na segunda de manhã, no estágio, mas uma vez passados a alegriazinha e o impulso por falar besteira e cantar músicas aleatórias a plenos pulmões (os vizinhos não estavam felizes) o que ficou foi só um mal estar no estômago mesmo (acho que do pão com maionese e alho). Já estou inteira novamente!

Enfim, dias de muita curtição e momentos lights passados com meu amor e a bicharada, pra desestressar a semana. Amo. Necessito. E bem por isso, as Segundas são cada vez menos queridas.

findes

=*

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Entre a caverna e o templo

O quarto do adolescente (ou seu canto) é sua caverna e seu templo. Mais que uma identidade definitiva, o quarto reflete seu estado de espírito, as crises de um cérebro em transformação. O adolescente transfere para aquele ambiente, que considera seu, o que se passa no próprio interior.

É uma caverna porque ele se esconde naquele lugar com tendência à escuridão e à bagunça, com restos de pizzas, sanduíches e latas de refrigerante misturados e livros e revistas. É também um templo porque lá pratica sua religião: recebe os amigos, ouve música. Um espaço nobre é reservado ao seu instrumento ou objeto predileto: a bateria, a guitarra, o aparelho de som, a televisão, o computador…

A caverna é onde ele libera seus instintos mais primitivos; o templo é um ambiente mais elaborado, mais sofisticado, onde ele sonha – é como se, na caverna, largasse o corpo e, no templo, cuidasse de sua vida.

Quando o adolescente se sente mal, o lado caverna fala mais alto. Se ele está deprimido, sentindo-se rejeitado, sozinho no mundo, e tendo a sensação de que suas atividades não rendem, a caverna vira uma bagunça e pode até invadir o espaço do templo para desorganizá-lo também. Reina, assim, a escuridão.

Ao sentir-se bem, ele se solta e caminha em direção à luz. A tendência é arrumar o quarto partindo do templo para a caverna, porque privilegia o primeiro: é mais fácil manter o templo em ordem do que a caverna. Esta é mais susceptível aos seus estados emocionais menos agradáveis, às suas oscilações de humor.

O adolescente nem sempre estica os lençóis, mas sempre afofa o travesseiro. Só quando se sente muito bem é que a caverna se torna clara, limpa, um lugar particularmente ordenado.

  • TIBA, I. Disciplina: Limite na medida certa. Ed. Ver. Atual. E ampl. – São Paulo: Integrare Editora, 2006.

Lendo esse trecho do livro do Içami Tiba não pude deixar de pensar na época em que meu quarto era, sim, meu templo e minha caverna. Meu mundo fora de mim. Quando minha vida era só escola e casa, era no meu quarto que eu passava a maior parte dos meus momentos – mesmo tendo o PC num quarto só pra ele. Ali eu lia, escrevia muito, via meus filmes, ouvia meu som, pensava muito na vida, me curtia, me dedicava a mim.

Hoje, sinto que já não tenho mais esse lugar só pra mim e sinto muito falta disso. Meu quarto quase não é mais só meu. Sempre dormem na minha cama, bagunçam e arrumam meus lençóis e limpam minha desorganização metódica. Não tenho mais tempo pra curtir meu cantinho.

Tudo que tenho ainda está dentro dele e a decoração é minha, mas não tenho mais tanto aquela sensação de pertencimento. Passo algumas noites por semana lá e só. Não curto mais o amanhecer na minha cama – quando durmo nela, já tenho que acordar no pulo -, não fico mais de preguiça. E acho que a “adultescencia” só se instalou em mim agora que percebi isso. E não gosto, não.

Quero meus 17 de volta.

Publicado em Vida em geral

uia uia!

De novo meu níver tá chegando e quase não lembro disso. Não me parece uma data assim tão memorável quanto antes.

Esse ano mesmo tô bem desanimada, gostaria de fazer algo legal no dia, mas não posso juntar no mesmo ambiente as pessoas que mais gosto, então nem me adianta de nada. Situação chata…

E não vou poder faltar a orientação de clínica de manhã, só o hospital à noite. Queria um dia bem off.

Enfim, espero que o próximo seja bem diferente (e se tudo correr de acordo com o plano será!).

Playing: “Ain’t Talking Bout Love” – Van Halen