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Redoma, de Meg Wolitzer

“E, no entanto, um após outro, meus alunos tentaram me explicar que algo estava acontecendo com eles. No começo fiquei cética, e, em seguida, amedrontada. Mas depois vi que eles estavam ficando cada vez melhores. Escrever nos diários de fato parecia ser uma forma de libertação. Então, qual o problema? Eu não conseguia entender direito o que eles estavam passando, mas todos me garantiam que a experiência mudara suas vidas, e de modo positivo. Então, deixei que acontecesse”.

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Os livros acendem o fogo. Seja um livro já escrito ou um diário em branco que precise ser preenchido. Acho que todos vocês sabem do que estou falando”.

icon-envelope-tick-round-orange-animated-no-repeat-v1.gif Livre de vírus. www.avast.com.
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Autor:

Sou a Lee, 32 anos, psicóloga, criminóloga e professora de inglês. Concurseira de ocasião. Noiva da Téia, casada com o Johnny Depp, mãe de três gatas, três cachorros e uma aranha. Moro numa caixa de sapatos à beira mar. Gosto de séries, livros e filmes, mas não tenho mais paciência/tempo como antes. Feminista e humanista, sempre estudante da Cognitivo-Comportamental. Gosto de cartas, postais (vamos trocar?), castelos, criminologia e felinos – não nessa ordem. Gamer pobre e – já mencionei? – sem tempo. Caixista por tempo indeterminado. Se não fosse tão preguiçosa seria perfeccionista. Sonho em um dia falar tudo o que penso mas não penso muito nisso.

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