Publicado em Leitura, Progresso!

027 – Ler 50 livros – não comics. Parte 2

Esse post demorou um cadinho pra sair, justamente porque a maior parte das minhas leituras atualmente é de comics. Mas vamos que vamos, que até 2019 eu consigo juntar cinquenta livros lidos.

Oremos.

Então, continuando:

11 – 20.10.2016 – 101 Fatos Sobre Star Wars – Jonas Silvestre (♥♥)

12 – 21.10.16 Guardians – Micaela & MaireLuciane Rangel (♥♥)

13 – 24.10.2016 – Fernão Capelo Gaivota – Richard Bach (♥♥♥♥♥♥♥♥)

14 – 10.11.16 Vida Após a MorteDamien Echols (♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥)

Aos dezoito anos, Damien Echols foi apontado como líder de um grupo satavida_apos_a_morte_1367355561bnista e principal responsável pelo assassinato de três garotos de oito anos em West Memphis, no Arkansas. Após um julgamento marcado por falsos testemunhos, provas manipuladas e histeria pública, em 1994 seus amigos Jason Baldwin e Jessie Misskelley foram condenados à prisão perpétua, e Damien foi enviado ao corredor da morte, onde aguardaria sua execução. As irregularidades gritantes no desenrolar do processo, bem como a apatia dos advogados de defesa, chegaram ao conhecimento do público dois anos depois, quando a história conquistou repercussão mundial através de um documentário. Nos anos seguintes, foram produzidos outros três documentários sobre o caso e a causa foi abraçada por celebridades de Hollywood, que se empenharam vigorosamente para que a justiça fosse feita, o que culminou com a libertação do trio de West Memphis em 2011.

Minha opinião: Adoooooro livros sobre casos reais de crimes ou sobre o processo criminal! Apesar do título meio religioso, a história contada pelo próprio Damien me pegou de jeito. De uma forma bem cativante, ele conta sobre sua vida desde o início e sobre os eventos que levaram à sua acusação, como foi seus anos como encarcerado, como conheceu a atual esposa que o ajudou a ser reconhecido como inocente e um pouco dos rumos que sua vida tomou após alcançar a liberdade. O livro trás boas reflexões e ele até foi citado aqui no blog durante a leitura (aqui, aqui e aqui). As fotos ao final são ótimas e ajudam a ilustrar a narrativa, apesar de que se você googlar Damien Echols ou o Trio de West Memphis não faltarão fotos e vídeos. O fato do Johnny Depp ter sido um dos grandes apoiadores de Damien também me influenciou muito a dar início a leitura (os dois se tornaram grandes amigos e até fizeram tatuagens semelhantes).

15 – 04.12.2016 – Um Tom Mais Escuro de Magia – V. E. Schwab (♥♥♥♥)

16 – 09.12.16 NimonaNoelle Stenvenson (♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥)

17 – 19.12.2016 – A Matemática nos Tribunais – Uso e Abuso dos Números em Julgamentos – Leila Schneps e outros (♥♥♥♥♥♥♥♥)

a_matematica_nos_tribunais__1400869249bUm criminoso está prestes a ser libertado por efeito de um cálculo errado. A enfermeira Lucia de Berk será condenada à prisão por causa de uma contagem dupla. Um militar francês definha no cárcere por culpa de uma probabilidade altamente improvável. Dois jovens são soltos, embora possam ter assassinado brutalmente uma colega. A Matemática nos Tribunais analisa dez casos que ilustram como até agora a estatística tem ajudado a engrossar a fileira dos erros judiciais – pelo mau uso dos números em julgamentos. São histórias reais que demonstram como a matemática pode ser, de fato, uma questão de vida ou morte. Sem deixar de fora todos os elementos e o ritmo de uma boa história de mistério, cada um dos casos é investigado em detalhes. Da reconstituição do crime à ação dos principais personagens envolvidos – entre réus, advogados, testemunhas, promotores e peritos -, as autoras conduzirão o leitor pelos labirintos forenses e apontarão os equívocos cometidos pelo mau uso (ou má compreensão) dos números no processo legal.

Minha opinião: Um tema bem diferente dentro das minhas leituras de criminologia. Achei muito interessante e me abriu campo para novos pensamentos e considerações. O último caso apenas que não me prendeu muito, mas os outros nove não deixaram a desejar. Exceto, é claro, pelo fato de que alguns ainda estão em tramite, o que impede de sabermos dos desfechos pelo livro.

18 – 02.01.2017 As Mil NoitesE. K. Johnston (♥♥♥♥♥)

as_mil_noites_1468967193598129sk1468967193bQuando Lo-Melkhiin chega àquela aldeia — após ter matado trezentas noivas —, a garota sabe que o rei desejará desposar a menina mais bela: sua irmã. Desesperada para salvar a irmã da morte certa, ela faz de tudo para ser levada para o palácio em seu lugar. A corte de Lo-Melkhiin é um local perigoso e cheio de beleza: intricadas estátuas com olhos assombrados habitam os jardins e fios da mais fina seda são usados para tecer vestidos elegantes. Mas a morte está à espreita, e ela olha para tudo como se fosse a última vez. Porém, uma estranha magia parece fluir entre a garota e o rei, e noite após noite Lo-Melkhiin vai até seu quarto para ouvir suas histórias; e dia após dia, ela continua viva.

Minha opinião: Esse foi o livro do Turista Literário de Outubro/2016 e na verdade, se não o fosse, eu não o teria escolhido para ler de outra forma. A edição é lindíssima! Adorei a textura da capa e a cor. No entanto, alguns capítulos – onde o ponto de vista muda – são escritos com uma fonte que dificulta um pouco a leitura.

Gostei da personagem principal, ela é cativante e a autora conseguiu me prender num livro que é bem diferente do que costumo ler. Eu estava gostando bastante da história e querendo ver onde ia, como que a personagem conseguia escapar da morte por mil noites. Mas, de um certo ponto pra frente, o rumo mudou de um jeito que fiquei bem “WTF” no processo. Confesso, não gostei muito, mas como eu disse, a autora me manteve cativa pelo estilo de escrever. Ainda tô me questionando se realmente se passaram mil noites na narração, porque até me pareceu bem menos.

Enfim, não é meu estilo, não recomendaria, não gostei do rumo, mas valeu pela experiência. 

19 – 02.01.2017 – A Condessa Sangrenta – Alejandra Pizarnik (♥♥♥♥)

20 – 09.01.2017 The Last Train Home Blayne Cooper (♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥)

the_last_train_home_1284395526b It might have been the Gilded Age for the likes of Rockefeller and Carnegie—but newly arrived immigrants and poverty-stricken Americans packed into Manhattan’s teeming Lower Eastside were lucky to make ends meet. In this tumultuous time, factory worker Virginia Chisholm hopes for more, but her dreams go up in smoke when a tenement blaze rips her family apart. Aided by Lindsay Killian, the street-wise, rail-riding drifter she meets in a charity hospital, Ginny follows the orphan train that has taken her siblings west. The desperate quest to reunite her family takes the young women from the slums of New York City to the farms of West Virginia and the bustling frontier beyond. This harrowing journey moves Ginny and Lindsay from one mishap and adventure to another. It also leads them from friendship to a tender and unexpected romance.

Minha opinião: Ahhhhh!! Blayne Cooper! Uma das minhas autoras favoritas desde a adolescência, quando comecei a ler as fanfictions dela que se tornaram livros. Cada narrativa dela é uma aventura, pois ela consegue navegar nos diferentes estilos com muita facilidade. The Last Train Home é um pouco mais sombrio, mas sem deixar de ter os traços de humor que lhe são bem característicos.

É a terceira vez que leio esse, assim como eu já reli outros livros da autora, de tempos em tempos. É como revisitar velhos amigos. As histórias e os personagens ficam na mente e me acompanham por longos períodos. A leitura é tranquila e divertida, sem perder as partes emocionantes. Eu só lamento que os livros dela não sejam mais difundidos. São ótimos! 🙂

Cheers, kiddos!

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