Publicado em Leitura

Primeiro trecho.

“Passei a vida toda me obrigando a fazer coisas. Franklin, eu nunca fui a Madri por vontade de comer uma paella, e cada uma daquelas viagens de pesquisa que, na sua imaginação, serviam de desculpa para eu me safar dos enfezados laços de nossa tranqüilidade doméstica era, na verdade, uma luva que eu atirava ao chão e, depois, me obrigava a apanhar, aceitando o desafio. Se por acaso eu me sentia feliz de ter ido, nunca me senti contente de ir”.

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Autor:

Sou a Lee, 32 anos, psicóloga, criminóloga e professora de inglês. Concurseira de ocasião. Noiva da Téia, casada com o Johnny Depp, mãe de três gatas, três cachorros e uma aranha. Moro numa caixa de sapatos à beira mar. Gosto de séries, livros e filmes, mas não tenho mais paciência/tempo como antes. Feminista e humanista, sempre estudante da Cognitivo-Comportamental. Gosto de cartas, postais (vamos trocar?), castelos, criminologia e felinos – não nessa ordem. Gamer pobre e – já mencionei? – sem tempo. Caixista por tempo indeterminado. Se não fosse tão preguiçosa seria perfeccionista. Sonho em um dia falar tudo o que penso mas não penso muito nisso.

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