Publicado em Blá blá blá..., Vida em geral

Eu não falo disso sempre.

Aviso: no final é um tanto quanto asqueroso.

Eu tenho estômago forte. É bem difícil eu sentir nojo de alguma coisa.
Eu posso ver sangue, acidentes, suicídios, fetos, órgãos, cadáveres, cadáveres abertos…
Eu simulei Verdade ou Consequência com um crânio humano.
Eu fiquei dedilhando a língua de um cadáver durante uma prova.
Eu comi frango assado depois de passar uma manhã inteira estudando um cerebelo (a cor e a textura são bem parecidas).
Eu nunca perdi o apetite por causa das aulas de anatomia, até saía do laboratório com fome e comia esfiha de carne.
Eu não acho ruim ver a cabeça e os olhos do animal que estou comendo.
Eu não vomito quando vejo alguém vomitando.
Eu não me importo que falem escatologias quando estou comendo (mas não gosto quando falam por falta de educação).
Eu nem me importaria de saber do que uma salsicha é feita.

Mas…

…tem coisa mais NOJENTA do que aquele VÉIO, DESDENTADO, que puxa um PUTA CATARRÃO dos infinitos do âmago, dá umas três puxadas, daquelas que reverberam nas costelas, acumula o verdão todo na boca, RUMINA e depois COSPE tudo no meio da calçada, BEM NA SUA FRENTE?

Não, né?
I thought so.
Yuck.

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2 comentários em “Eu não falo disso sempre.

  1. Eca!

    Bem que tu aviso que o final era asqueroso e mesmo assim, eu li. Eu e minha curiosidade…

    “Eu não acho ruim ver a cabeça e os olhos do animal que estou comendo.”

    Isso foi uma direta, por acaso? Hum? Hum?

    Curtir

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